OPINIÃO ROMES XAVIER

QUE PRESSÃO!

Quem trabalha no Goiás atualmente está manchando a história de um clube que já esteve entre os maiores do Brasil.

GIOVANNI- Sem Felipe Gedoz, contundido, Giovanni vai no seu lugar. ( Divulgação)

QUE PRESSÃO!

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O Goiás já foi um grande revelador de jogador para o mercado nacional e internacional, já foi considerado um dos times mais bem sucedidos em gestão esportiva.

Goiás

Já esteve entre as dez maiores estruturas do país e hoje?

Bom, hoje, o Goiás envergonha a sua imensa torcida.

Ficou pequeno.

Mesmo jogando uma série B, o Goiás não consegue se impor como o Goiás de outros tempos, e perder ficou normal para esses jogadores que aí
estão.

Os caras não se impõem dentro de campo e ficam a maior parte do tempo tocando a bola na defesa, para dar a sensação de “posse de bola”.

Posse de bola que serve de argumento para treinadores e jogadores, se justificarem para os resultados negativos, e dar a impressão de uma força, que o time não tem.

Uma grande empresa, mal administrada, não entra em colapso de uma hora para outra, demora-se alguns anos, mas o colapso será inevitável.

O Goiás ao longo dos anos fez tantos negócios ruins, com contratações e demissões mal sucedidas, perda de dinheiro com altos salários de jogadores que poderia pagar apenas a metade, alguns que foram dispensados por falta de com prometimento e funcionários que ganham muito acima da media nacional.

Tudo isso fizeram o Goiás entrar em colapso.

O Goiás está perdido em todos os sentidos, o maior absurdo, aconteceu agora, a contratação de José Carlos Brunoro, até agora ninguém entendeu o que esse homem e sua empresa vão fazer no clube e quais serão os resultados esperados para salvar os esmeraldinos da vergonha de um rebaixamento.

Quando o ex. Presidente Sérgio Rassi, disse que havia saneado as dividas do Goiás, na verdade ele apenas estendeu, alongou algo que teria que pagar de qualquer jeito, mais cedo ou mais tarde.

O próximo jogo do Goiás será sexta-feira, 20:30h, no Estádio Mangueirão, em Belém/PA, contra o Paysandu. O verdão está à cinco pontos do 16º colocado que é o Brasil de Pelotas/RS que está com dez pontos conquistados.

O time vai ter que ralar muito para sair da zona de rebaixamento. E muito mais para escapar do rebaixamento. Para alcançar o acesso, aí é outra história.

ATLÉTICO.
TENCATI NÃO CONSEGUE MANTER RESULTADOS.

O Atlético deixou escapar nesse brasileiro da série B, pelo menos dois resultados que estavam garantidos: contra o Oeste, vencia por 2×0 e cedeu o empate em Goiânia, e na terça-feira, quando vencia com facilidade o Juventude, em Caxias do Sul/RS, o técnico mexeu mal e a equipe cedeu o empate de 2×2 no segundo tempo.

Penso que as mexidas erradas do treinador já estão fazendo os dirigentes perderem a paciência com o treinador.

O técnico Claudio Tencati até que trabalha bem a semana de treinamento e a escalação dos 11 titulares, mas, quando vai mexer, ai, é uma tragédia.

O técnico não consegue fazer o time ficar mais forte, pelo contrário, fragiliza a equipe e a pressão do adversário é inevitável.

Na maioria das vezes faz alterações apenas por fazer e se justiçar com jogadores que estão no banco.

E quando faz isso, compromete os jogadores que estão em campo.

Mexer por mexer, nunca foi o ideal para um time de futebol. Você só faz alterações quando um jogador não está bem na partida, ou então, quando é necessário mudar um esquema de jogo para furar um bloqueio adversário.

Caso contrário, não é necessário alterar um time, apenas por alterar e se sentir na obrigação de colocar alguém para jogar.

Foi o caso de terça-feira, o técnico Claudio Tencati fez duas mexidas desnecessárias que comprometeram o rendimento do time em campo.

Quando Renato Kayser foi substituído por Joanderson e Júlio Cesar por André Luis, o Atlético estava muito mais próximo de marcar o terceiro gol e
matar o jogo, do que ceder o empate.

Então é aquela história. Técnico as vezes ganha jogo, mas na maioria da vezes perde!

VILA NOVA.
VILA NOVA COMEMORA EMPATE COM FORTALEZA.
Parece ser estranho, mas é verdade, os dirigentes colorados comemoraram o empate com o Fortaleza em zero a zero no Serra Dourada.

Você só comemora um empate em casa, mesmo que contra o líder, quando faz o dever de casa no jogo anterior.

Não foi o caso do Vila Nova, que já tinha perdido o jogo para o CSA/ AL, no fim da semana passada.

Alias, o time colorado já está no quinto resultado negativo: dois empates e três derrotas.

Não perdeu a sétima colocação, mas precisa voltar a vencer, se quiser continuar cobiçando as quatro primeiras colocações.

Time que quer alcançar o acesso precisa pontuar constantemente e manter uma boa regularidade.

O Vila Nova venceu os quatro primeiros jogos e parou por aí. No jogo com o Fortaleza até que o time teve um bom desempenho, inclusive, perdendo uma penalidade mal cobrada por Alan Mineiro.

O próximo jogo do Vila Nova será contra o Guarani, sábado, 16:30h, no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas/SP. Vai ter que buscar a vitória, mais um resultado negativo, poderá colocar o técnico Emerson Maria, em uma situação muito delicada.

O treinador colorado viajou com o time definido com: Matheus Pasinato, Maguinho, Wesley Matos, Giareta e Hélder; Geovani, Wellignton Reis e Alan Mineiro; Matheus Anderson, Felipe Silva e Vinicius Leite.

Com esse time a vitória até pode ser novamente alcançada.
FOTO GEOVANI- Volante está de volta ao time titular.

CLAUDIO TENCATI- se não vencer nesse sábado, ytécnico fica na corda bamba. ( Divulgação)
GEOVANI- Volante está de volta ao time titular.( Divulgação)

https://youtu.be/DEOuWIoFot4

 

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