Awa Guimarães

Uma beatnik da comunicação e da moda nos tempos modernos

Awa Guimarães, anapolina que conquista admiradores dentro e fora do País, fala sobre a sua arte, criatividade, a moda e a comunicação

Com este look inspirado, Awa Guimarães entrou pelo red carpet do Baile da Vogue, chamando a atenção pela rica e criativa peça. ( Foto: Contexto )

Uma beatnik da comunicação e da moda nos tempos modernos

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Moda, arte, literatura e comunicação.

O universo da estudante de Design de Modas Awa Guimarães é infinito, do ponto de vista do conhecimento e da entrega que ela faz do seu modo de vida e de pensar no seu trabalho e no seu dia-a-dia. Não é sonho, mas um caminho materializado em diversas formas de expressão.

Em visita ao Jornal CONTEXTO, na tarde da última terça-feira, 06, Awa Guimarães falou um pouco da sua carreira, das inspirações, da família, dos trabalhos atuais e dos planos para o futuro. Aos 19 anos de idade, ela se apresenta madura para enfrentar um ambiente considerado, por muitos, hostil; por outros, de glamour: a moda.

Aos 14 anos, Awa foi morar na Inglaterra e lá, segundo ela, aprendeu a “se virar” e conviver com as responsabilidades que a vida num País e cultura diferentes impõem. Atualmente no quinto ano da faculdade de Design de Moda da Universidade Federal de Goiás, ela divide o tempo entre o conhecimento acadêmico e o trabalho em si. Além disso, fez questão de cursar corte e costura, para aprender a viver com quem está do outro lado da produção.

Como tudo começou?

Awa Guimarães conta que sempre gostou de se vestir e ser diferente. Uma de suas influências vem de longe, dos idos anos 50 e 60, o movimento que deu vida e nome à “geração Beatnik”, que viria a influenciar, mais tarde, o movimento hippie, o movimento do “on the road” (pé na estrada).

A literatura foi e é, segundo Awa Guimarães, algo muito presente na sua formação e, também, a arte, que é “coisa de família”. Sua avó, Susana Guimarães, é uma artista plástica renomada e que, da mesma forma, tem Anápolis como raiz e referencial de seu trabalho.

Juntando todos os elementos mais a comunicação, Awa Guimarães assina um blog com seu nome (awaguimaraes.com) e a sua marca, que faz muito sucesso, com posts atualizados, não só do mundo da moda, mas também de literatura, música, arte e viagens. Um pouco de tudo, mas um pouco com muito toque de qualidade, sensibilidade e irreverência.

Dentro, ainda, da comunicação, Awa desenvolve o projeto denominado “De onde vem a minha roupa?”, através do qual pretende abordar diversos aspectos que orbitam a moda, por exemplo, como as roupas marcam a vida, como valorizam as pessoas, o ambiente e as marcas regionais.

Baile da Vogue
Este ano, pela segunda vez, Awa Guimarães participou do Baile de Gala e de Fantasia da Vogue, um dos mais tradicionais e elegantes pré-carnavalescos do Brasil, com a presença de muitas celebridades, que teve como tema a exaltação da cultura brasileira.

A anapolina brilhou no salão com uma composição sua, homenageando o multiartista Arthur Bispo Rosário, que desenvolveu o seu trabalho dentro de uma clínica psiquiátrica. Um deles, um manto chamado de “Manto da apresentação”, onde o artista remontou, com algumas imagens, coisas da sua infância e, do lado de dentro, o nome de pessoas importantes ao longo de sua vida.

Com este look inspirado, Awa Guimarães entrou pelo red carpet do Baile da Vogue, chamando a atenção pela rica e criativa peça. Assim, demonstrando sua arte e seu talento.

Como ela própria diz, a moda, como muitos ainda pensam, não é futilidade. Ao contrário, tem muito conhecimento, trabalho empenhado, envolvimento e, claro, o toque daquilo que alguém que se dedica a fazer sempre o melhor: o amor.

Autor(a): Da Redação

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