Brasigois Felicio

Anos 30 a 60: dias em que o Brasil comeu

Todos querem ostentar, e o fazem como podem.Nas favelas e mocambos, “até que se mude a vida/em tudo e em todo lugar/”, como cantava Geraldo Vandré. ( Frases pra Face )

Anos 30 a 60: dias em que o Brasil comeu

Anos 30 aos anos 60: dias e meses em que o Brasil comeu, e o mundo ficou batendo prato (pedindo para trazerem comida).

Dos anos 60 para diante, globalização e estatismo colocaram um freio de desarrumação em nosso desenvolvimento.
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Economistas é que sabem ou dão pretensa garantia de saber o que acontecerá no futuro.Historiadores só falam daquilo que aconteceu”. (Jorge Caldeira – escritor e historiador).
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“O inestancável apego aos apadrinhamentos e benesses e privilégio é uma das características da nossa República – desde seus primórdios até os dias atuais”. (José Murilo de Carvalho – historiador).
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A atração e fascínio para a riqueza está impregnada na mente de todos – pobres, ricos e remediados. Ninguém jamais montou um time de futebol e deu- lhe o nome de “Os miseráveis”.

O que se sabe e se vê é que em praias suburbanas, ou em campinhos de pelada em brocotós de serra ou de desmorros deste mundo, em lugar onde o que não muda é o império da eterna necessidade, há times e esquadras de peladeiros com pomposos nomes de “Os milionários”, Barcelona, Flamengo, Vasco, “Palmeiras”, etc.

Mesmo vivendo em pobreza mediana ou extrema, ninguém quer passar por pobre ou miserável.

Todos querem ostentar, e o fazem como podem.Nas favelas e mocambos, “até que se mude a vida/em tudo e em todo lugar/”, como cantava Geraldo Vandré.

Até que – e mesmo depois – que em toda banda do mundo só existam “terras e paraísos de Benvirá”.

Brasigois Felicio

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