User Experience (UX)

Isso ... é o que os clientes pensam sobre métricas de engajamento.

O mesmo problema dos shoppings poderíamos falar para os setores de pós-vendas das montadoras automotivas, financeiras, grandes home centers, franquias e entidades que engavetam os ingredientes necessários para proporcionar experiências incríveis com seus clientes e setores. ( Foto: BMW Divulgação)
O mesmo problema dos shoppings poderíamos falar para os setores de pós-vendas das montadoras automotivas, financeiras, grandes home centers, franquias e entidades que engavetam os ingredientes necessários para proporcionar experiências incríveis com seus clientes e setores. ( Foto: BMW Divulgação)

Isso … é o que os clientes pensam sobre métricas de engajamento.

Engajamento … curtidas, comentários, compartilhamentos? Não! O segredo está nas Experiências, o famoso User Experience (UX) no mais amplo sentido da sigla.

A Disney tem uma máxima que diz

Você pode sonhar, criar e projetar o lugar mais espetacular do mundo, mas precisará de pessoas para tornar o sonho realidade

Entenda-se por Experiência o que as pessoas sentem sobre o que importa para elas e não o pontos que subiram nas belas métricas de softwares usados para nortear diretores e acionistas.

Somos inundados nas redes sociais e campanhas de marketing por ações com principal objetivo de melhorar os gráficos das métricas e se esquecem do principal – As pessoas.

A maioria das grandes empresas e marcas podem e deveriam proporcionar experiências reais com seus clientes, pois estão com todos os ingredientes necessários: influência, posicionamento, exposição e fluxo de dados.

Mas, infelizmente isso não acontece e digo que as principais razões são: o medo corporativo generalizado de tentar o novo e a “mímica do dever cumprido” das mesmas métricas e ações “batidas” propostas pelas equipes de marketing.

Vamos pegar como exemplo os shoppings, um setor que esta sofrendo nestes últimos anos e que podem fazer total diferença para seus clientes e lojistas, no entanto, insistem em ações institucionais milionárias e as vezes até ingênuas (para não se falar outra coisa) para tentar atrair e fidelizar seus clientes, mas a maioria das ações são vazias e sem nenhuma experiência real para seus clientes do dia a dia. Esperam resultados diferentes, fazendo as mesmas ações, como os sorteios de carros por exemplo …

Os clientes e lojistas percebem que só são lembrados em datas comemorativas.

Experiência é mais do que isso!

São quais histórias eles contam para as outras pessoas.

São as boas memórias que eles mantêm.

Experiência é o TODO e não as partes.

Tão importante quanto a ação é o backstage invisível.

O que acontece se alguém vê o Mickey sem a cabeça de rato, fumando, encostado em um poste?

O encantamento se dilui, a experiência morre.

Criticar é fácil, mas qual a solução?

Esta em fazer a ativação com seus clientes do dia a dia em todos os setores em que eles são envolvidos.

Tá muito filosófico e sem solução prática ainda?

Então tenha uma conversa com plataformas de ativação, deixe o marketing fazer o que eles sabem e de oportunidade para novas ideias e experiências com inovações e, detalhe, com menor custo operacional.

A prova disto estão nas centenas de soluções simples e assertivas de startups para mercados maduros e consolidados.

O mesmo problema dos shoppings poderíamos falar para os setores de pós-vendas das montadoras automotivas, financeiras, grandes home centers, franquias e entidades que engavetam os ingredientes necessários para proporcionar experiências incríveis com seus clientes e setores.

Devemos nos atentar para ações em cooperação entre marcas, setores e entidades.

A sinergia esta no próprio cliente.

Claro, dá trabalho?

Dá e muito!

Mas basta sair do comodismo, fazer ações cooperadas e testar novos conceitos e soluções como os da startup WiBOO, um social commerce gamificado de ativação que mesmo em fase de implantação tira o fôlego de grandes setores com suas soluções, usando como principal diferencial a sinergia entre o digital e os pontos de vendas com ações de baixo custo operacional e com envolvimento de toda cadeia.

Lembre-se o cliente é e sempre será o nosso maior vendedor e advogado.

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