Notícias / Anápolis

Caso Posto Xodó

INMETRO confirma que posto não lesou cliente

Cliente desconfiou que teria sido colocada quantidade além da capacidade do tanque

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O gerente do posto disse que, como trabalha com transparência, não teme nenhuma fiscalização e agradeceu a presença dos fiscais do Inmetro e dos policiais civis para esclarecer o episódio Logo

A Polícia Civil de Anápolis, em conjunto com o Inmetro, fez na manhã da última quarta-feira, 28, uma aferição nas bombas do Posto Xodó, na Avenida Brasil Sul, em Anápolis, após um vídeo de um cliente reclamando do abastecimento ter superado a capacidade do tanque do seu carro ter viralizado nas redes sociais.

Após a aferição, ficou constatado que não há nenhuma irregularidade com o posto de combustíveis.

O Procon Anápolis já havia feito as verificações preliminares e não constatou qualquer irregularidade ligada ao fato.

A equipe de fiscalização fez aferição da volumetria através do teste de vazão, segundo as normas da ANP.

De acordo com a delegada Aline Vilela, titular da 3ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Anápolis, a aferição, tanto a de quarta-feira como a feita em setembro pelo Inmetro, atestou que o posto de combustíveis é sério e não cometeu nenhuma irregularidade.

O que acontece, segundo a delegada, é que há veículos com tanques com capacidade real superior à descrita nos manuais dos fabricantes.

“A Rede Carrefour pediu uma auditoria para o Centro Tecnológico de Controle de Qualidade Falcão Bayer e ficou constatada que, em veículos de algumas concessionárias, existe sim uma diferença entre a capacidade descrita no manual e a capacidade real”.

A delegada explica que oficiará a concessionária para que esclareça os clientes sobre essa diferença.

O gerente do posto disse que, como trabalha com transparência, não teme nenhuma fiscalização e agradeceu a presença dos fiscais do Inmetro e dos policiais civis para esclarecer o episódio que, segundo ele, será levado à Justiça para responsabilizar as pessoas que divulgaram o vídeo.

A delegada Aline Vilela disse que o inquérito foi instaurado para investigar o caso e que quem divulgou o vídeo pode ser responsabilizado por isso.

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