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O que é? É a nossa herança!!!

RATANABÁ – O que se sabe até agora?

Ratanabá é uma palavra da língua Irdin, que significa "dos reinos para o mundo".

O Irdin é uma língua antiga falada pela primeira civilização do Sistema Terra, os Muril.

Devido a isso, a cidade perdida da Amazônia, a dita capital do mundo, recebeu o nome de Ratanabá.

Evidenciando isso, durante as pesquisas da Associação Dakila, a equipe encontrou essa palavra em diversas pedras e gravuras, em diferentes regiões do país.

Conseguimos decodificar cerca de 90% do alfabeto deles comparando a outros idiomas e símbolos espalhados pelo mundo,

e também estudando algumas línguas, tipo Tupi Guarani, entre outras relata presidente de Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira.

Início das pesquisas

As pesquisas em busca de Ratanabá, por parte do Ecossistema Dakila, tiveram início em 1987, tendo a descoberta da cidade em 1992.

Pesquisadores contam, que foi através de estudos a cerca do Caminho de Peabiru que encontraram Ratanabá, ou seja, esses temas estão interligados e são de suma importância para compreensão dos mesmos.

LIDAR e as Quadras de Ratanabá

As expedições voltaram a ser amplamente divulgadas pela equipe em 2022 e uma das primeiras atitudes, dessa nova etapa foi realizar o reconhecimento da área com a tecnologia LIDAR (Light Detection and Ranging), que permite modelara superfície do terreno tridimensionalmente.

Com esse propósito, a equipe contratou a empresa Fototerra para realizar esse mapeamento.

Essa empresa, apresenta a certificação “A” do Ministério da Defesa, sendo essa a principal categoria para operações de pesquisa em território nacional.

No dia 31 de maio, Elias Martins, comandante da aeronave, e Wallace Assumpção Silva, operador de equipamentos especiais, iniciaram o mapeamento aéreo da região que se estendeu até o dia 19 de junho. O sobrevoo ocorreu nas linhas de Apiacás, percorrendo uma área de 96 hectares, onde foi possível observar cerca de 30 quadras e 30 ruas, chamadas pelos pesquisadores de Quadras de Ratanabá.

O geoarqueólogo Saulo Ivan Nery, mestrando em Estudos Rurais pela Universidade Federal dos Vale do Jequitinhonha e Mucuri, bacharel e licenciado em Geografia pela FCT/UNESP e ainda membro do grupo de estudos Laboratório de Arqueologia Guarani da FCT/UNESP, analisou o mapeamento do LIDAR e identificou a ocorrência de intervenção antrópica na área denominada Quadras de Ratanabá.

A presença de traços retilíneos que se diferenciam dos padrões erosivos naturais da região,

indica o primeiro fato que fundamenta a possibilidade da origem antrópica das presentes estruturas.

Fica nítido que os padrões erosivos atuantes na região durante bilhões de anos construíram formas bem diferentes do que aquelas que foram identificadas pelo método LIDAR

– afirmou o geoarqueólogo, que ainda reforça

Temos poucas margens de dúvida sobre a origem antrópica dessa estrutura em Xadrez.

De todo modo, vale salientar que somente será possível a comprovação definitiva, a partir de uma campanha de pesquisa de campo

que identifique vestígios materiais in loco, capazes de sustentar a hipótese da existência de Ratanabá.

Pé de Ratanabá

Seguindo com as pesquisas de campo, no dia 14 de junho de 2022,

a equipe de Dakila Pesquisas se deparou com uma pegada fossilizada numa rocha na região de Paranaíta no Mato Grosso.

A pegada, batizada de Pé de Ratanabá, apresenta 2,41m, permitindo a interpretação de que o responsável por essa marca teria em média de 12 a 14m de altura.

O presidente da instituição ainda afirma

Estas pegadas fazem parte do Caminho de Peabiru, que nos levou a Ratanabá.

Todo o caminho é demarcado por pisadas deste tipo, por isso pode nos trazer várias respostas ao estudo da cidade de Ratanabá.

São relíquias arqueológicas, onde diversos profissionais de todo o mundo estão catalogando-as e podem mostras uma história que não se encaixa hoje

Pedra Preta

Ainda em junho de 2022, os pesquisadores visitaram o Sítio Arqueológico da Pedra Preta, também em Paranaíta – MT, local conhecido como o maior painel de pictogravuras do Brasil. Apesar do local ser visitado por diversos pesquisadores, a origem do surgimento e os autores desses símbolos permanecem uma incógnita.

Contando com mais de 100 símbolos variados, a Pedra Preta gerou certa familiaridade aos pesquisadores de Dakila, que a compararam com as Quadras de Ratanabá, avistadas na região das linhas de Apiacás.

Navio naufragado e datações

A cerca das descobertas do grupo, Urandir ressalta

É uma evidência fenomenal que deve ser estudada, investigada, sem preconceitos ou com ideias preconcebidas,

mas com uma visão profissional mesmo, de alguém que realmente faz uma pesquisa verdadeira e não por quem fica atrás de um computador.

Posto isso, evidências encontradas pela equipe refutam a ciência tradicional, principalmente por conta das datações avaliadas. Exemplificando o presidente da associação discorre sobre a cidade de Ratanabá

É no mínimo, pré-diluviana, de 14 a 15mil anos atrás. Mas temos indícios, através de fósseis encontrados ao redor dela,

que indicam uma datação, comparando com outros achados semelhantes pelas minas de carvão espalhadas pelo mundo, entre 400 a 450 milhões de anos.

Mas até que tudo se confirme, vamos considerar um achado pré-diluviano.

Ainda sobre datações, os pesquisadores encontraram, em um rio no município de Apuí -AM, um navio naufragado com probabilidade de datação do período pré-cabralino. Isso significa, que antes mesmo de Pedro Álvares Cabral, o

Brasil já recebia embarcações advindas de outras regiões, os pesquisadores ainda reforçam

Voltaremos com equipamentos de mergulho para investigar de perto e, caso fique comprovado que a embarcação é pré-cabralina,

será uma das maiores revelações de conhecimento da atualidade, pois pode-se tratar de um dos portos de Ratanabá, a capital do mundo, localizada na Amazônia brasileira.

Esse navio foi encontrado na última expedição de 2022, realizada entre 22 e 26 de novembro.

Que além de buscar mais evidências de Ratanabá a expedição também contou com a proposta de se instalar uma nova base de apoio e ainda fazer um resgate da memória local dos povos.

Dakila já conta com outras 16 estruturas nos estados de Rondônia, Amapá, Roraima, Acre e Amazonas.

Ademais, os pesquisadores realizaram alguns projetos de educação ambiental, orientando a população local sobre a importância dos achados e das memórias. Vale ressaltar que todo material encontrado durante as expedições e ou pelos moradores locais, permanecem no município.

Sumarizando tudo Urandir relata

Acredito que os profissionais vão ter que reescrever a história da humanidade como nós a conhecemos.

Todos os estudos levantados até agora nos levam a crer que, o elo perdido entre o passado e o presente da humanidade, está revelado lá.

Além de contribuir para a história, o impacto vai ser cultural, intelectual, econômico, ideológico e governamental.

Acredito que, após tudo ser revelado, teremos uma reorganização na sociedade

Link original da matéria:
https://www.dakilanews.com.br/post/ratanaba

 

 

Mapeamento da área de estudo realizado pelo LIDAR

Foto da pegada encontrada em Paranaíta. Diretora de Pesquisas, Fernanda Lima à esquerda e Presidente do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira à direita

Imagem à esquerda mostra pegada pegada localizada na África do Sul, próxima à cidade de Mpaluzi. Imagem à direita mostra marcas na “White Moutain” em Wyoming, EUA.

[caption id="attachment_162670" align="alignnone" width="1024"] No dia 31 de maio, Elias Martins, comandante da aeronave, e Wallace Assumpção Silva, operador de equipamentos especiais, iniciaram o mapeamento aéreo da região que se estendeu até o dia 19 de junho[/caption] [caption id="attachment_162671" align="alignnone" width="1024"] Mapeamento da área de estudo realizado pelo LIDAR[/caption] [caption id="attachment_162672" align="alignnone" width="1024"] Imagem à esquerda mostra pegada pegada localizada na África do Sul, próxima à cidade de Mpaluzi. Imagem à direita mostra marcas na "White Moutain" em Wyoming, EUA.[/caption] [caption id="attachment_162673" align="alignnone" width="1024"] Foto da pegada encontrada em Paranaíta. Diretora de Pesquisas, Fernanda Lima à esquerda e Presidente do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira à direita[/caption] [caption id="attachment_162674" align="alignnone" width="1024"] Algumas das pictogravuras da Pedra Preta - Foto retirada do site Turismo Rural: http://www.turismoruralmt.com/2019/04/pedra-preta-maior-painel-de.html[/caption] [caption id="attachment_162675" align="alignnone" width="1024"] O geoarqueólogo Saulo Ivan Nery, mestrando em Estudos Rurais pela Universidade Federal dos Vale do Jequitinhonha e Mucuri, analisou o mapeamento do LIDAR e identificou a ocorrência de intervenção antrópica na área denominada Quadras de Ratanabá.[/caption] [caption id="attachment_162676" align="alignnone" width="1024"] Foto da embarcação naufragada localizada pelo sonar[/caption]
https://youtu.be/_fLsgOHnQtw?si=qnj0W9QYbzbVz8IU https://youtu.be/kZdK-pIVJag?si=S4oCsRH_lyeCyAZ0 https://youtu.be/jtJo5QF1H1E?si=1aMDeQIgpNeGMysz https://youtu.be/YHcp4wC-PGI?si=_i77fFn2O0ESInAH https://youtu.be/pod04AoOnmY?si=l1h1jqqq2O4upJ0g https://youtu.be/GIqogDB6_uA?si=gV8SrFAJqO2kRfUZ https://youtu.be/GZa7QfhyqKc?si=Ff8eucuYh8WD76fg https://youtu.be/ArHLcYEIWs8?si=6jGLbUDlQePypqP3    
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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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