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Durante os ataques de 8 de janeiro

Dirigente do PT aconselhou coronel PM no 8/1 e prometeu cargo no governo Lula

O empresário Fernando Nascimento Silva Neto, dirigente do PT de Brasília e ex-procurador de José Dirceu, orientou e acompanhou em tempo real o coronel Jorge Eduardo Naime em Brasília.

As mensagens trocadas entre os dois, reveladas em relatório da Polícia Federal, mostram que Neto chegou a ditar o que o militar deveria dizer ao então interventor federal na segurança pública, Ricardo Cappelli, e prometeu um cargo no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Naime, à época chefe do Departamento de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal, estava de férias, mas foi convencido por Fernando Neto a retornar e assumir as ações na Esplanada dos Ministérios.

Pouco após o início das invasões, o coronel buscou orientação do empresário, salvo em seu celular como “Fernando Neto PT”.

Neto então ditou a mensagem que Naime deveria enviar ao interventor:

Se coloca à disposição dele e fala que você está integralmente à disposição… tira do teu colo pelo amor de Deus, disse, em áudio.

Além disso, Neto prometeu que, caso Naime não fosse nomeado ao comando da PMDF, “iria mandá-lo para o governo federal”.

Quatro dias após os ataques, o coronel reforçou à Fernando que havia sido preterido.

A resposta foi clara:

Se não voltar pro comando geral com a Celina [Leão], vou te mandar pro Gov Federal.

A PF considerou “estranha” a comunicação constante entre ambos durante um cenário descrito como “quase de guerra”.

 

Em uma das mensagens, o coronel —

que pouco antes fora ferido na operação — relatou que já havia limpado o Congresso, o Planalto e o STF.

O empresário respondeu orientando a interceptar ônibus com manifestantes:

Pede pra segurar os ônibus… a AGU já pediu a prisão deles aqui.

Embora não investigado no caso, Fernando Neto foi incluído como testemunha de defesa do coronel Naime no processo no Supremo Tribunal Federal.

Em seu depoimento, negou vínculo bolsonarista do militar e afirmou que tentava apenas ajudar “de forma voluntariosa”.

A defesa do coronel confirmou que Fernando Neto se apresentava como articulador político e membro da equipe de transição do governo Lula.

Naime não tinha como verificar a veracidade dessa informação, mas sempre se comprometeu a atender todas as demandas apresentadas, declarou.

O Palácio do Planalto, por sua vez,

afirmou que Fernando Neto

não se encontrou com o presidente da República, com nenhum servidor do Gabinete da Presidência,

assim como da Secretaria de Comunicação Social.

Procurado, o empresário não quis comentar.

José Dirceu também se manifestou, por meio de sua assessoria, reafirmando o rompimento com Fernando Neto após saber que o empresário usava seu nome indevidamente.

Atualmente, Fernando Neto é alvo de investigações por operar um banco com lastro falso de R$ 8,5 bilhões e por tentar acesso a órgãos do governo usando estrutura empresarial e influência política.

 

Link original da matéria:

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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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