Notícias : Brasil» Notícias

O alcance da Lei Magnitsky no Brasil, segundo um diretor do BC

Ministros do Supremo, por exemplo, como Gilmar Mendes, repetem que no Brasil o que vige são as leias brasileiras — portanto, estaria fora de cogitação, por exemplo, um banco fechar uma conta-corrente de Moraes.

O Banco Central não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.

Mas tem acompanhado muito de perto o assunto, inclusive porque é demandado pelos bancos.

Um diretor do BC, que preferiu falar no anonimato, explica o que, vale afinal, ao menos na visão da autoridade monetária brasileira:

A lei americana vige lá e a brasileira, aqui.

Mas a questão é outra, pois o sistema financeiro global é integrado.

Então, o que se tem é que espaços jurídicos e democracia são regidos nacionalmente, mas as relações econômicas são globais.

Se hoje já estivesse em vigor a versão mais dura da Lei Magnitsky, porque a que está aí para o ministro não é a mais dura, a escolha que caberia a um banco é: o que vale mais, manter um ministro do STF como seu cliente ou poder fazer cotação de dólar, operar câmbio, entre outras operações financeiras?

Por que sem essas operações, você mata o banco.

Então, o banco teria que escolher:   subsistir ou manter esse cliente.

E essa é uma decisão que afeta todo o sistema financeiro, afeta a estabilidade do sistema financeiro.

São três níveis da Lei Magnitsky.

O ministro está no mais brando.

Por Lauro Jardim

Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal 7MINUTOS e fique por dentro das principais notícias de ANÁPOLIS, do BRASIL e do MUNDO siga aqui.

Siga o ‘ 7Minutos’ nas redes sociais

X (ex-Twitter)
Instagram
Facebook
Telegram
Truth Social 

Gildo Ribeiro

Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo