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Cultura & Política Dark Horse

O Filme Americano que Vai Contar a Trajetória de Jair Bolsonaro Deve Agitar o Cenário Político Mundial

Um filme que promete estremecer a esquerda brasileira e internacional

Lei Magnitsky: um ponto central na trama

Um dos elementos mais polêmicos que o filme explorará é o impacto internacional da guerra política entre Bolsonaro e o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Em 30 de julho, a Lei Magnitsky — um poderoso mecanismo jurídico dos Estados Unidos — foi aplicada contra Alexandre de Moraes, bloqueando eventuais bens e negócios ligados a ele em território americano.

A legislação é usada para sancionar indivíduos acusados de violação de direitos humanos em qualquer lugar do mundo.

O episódio chamou atenção do ex-presidente Donald Trump, que fez declarações públicas e reforçou a narrativa de perseguição política utilizada por apoiadores de Bolsonaro.

Esse gancho internacional deve ser explorado no longa como um dos momentos em que Bolsonaro passa a ser visto como um símbolo de resistência por parte de setores conservadores nos EUA.

A disputa política envolvendo Jair Bolsonaro acaba de ultrapassar fronteiras — e agora chega a Hollywood.

Logo após sua condenação e prisão preventiva, a trajetória do ex-presidente brasileiro vai ganhar as telas do cinema americano em uma superprodução que promete gerar debates acalorados no Brasil e no exterior.

O longa, batizado de “Dark Horse” (O Azarão), revisita momentos decisivos da vida política de Bolsonaro, especialmente após o atentado a faca em 2018.

A narrativa seguirá o estilo “Jornada do Herói”, em uma versão épica dos acontecimentos que, segundo os produtores, marcariam a ascensão do ex-capitão ao protagonismo mundial.

O elenco: quem vai interpretar Bolsonaro

No papel principal, foi escalado Jim Caviezel, ator mundialmente famoso por interpretar Jesus Cristo no filme A Paixão de Cristo.

Caviezel, que nos últimos anos coleciona declarações polêmicas contra vacinas e “elites globais”, foi escolhido justamente por seu alinhamento ideológico ao personagem retratado.

Outros nomes confirmados:

Marcus Ornellas — Flávio Bolsonaro

Sérgio Barreto — Carlos Bolsonaro

Eddie Finlay — Eduardo Bolsonaro

Atrizes para Michelle e Laura Bolsonaro ainda não foram anunciadas

O roteiro é assinado pelo deputado federal Mario Frias (PL-SP), ex-ator, aliado de Bolsonaro e um dos nomes mais próximos ao ex-presidente na área cultural.

A direção fica por conta do americano Cyrus Nowrasteh, e a produção é liderada pelo mexicano Eduardo Verástegui, figura influente entre conservadores latino-americanos.

Filmagens em São Paulo e roteiro com tom heroico

“Dark Horse” rodou cenas no mês passado em São Paulo, incluindo o Hospital Indianópolis, na zona sul da capital.

O roteiro, ao qual a reportagem teve acesso, apresenta uma visão fortemente elogiosa de Bolsonaro.

Trechos da descrição do protagonista incluem frases como:

Ele sabe que a melhor maneira de lidar com os abutres é diretamente.

Eu conheço homens como você. Você não é um homem mau.

— Obrigado, responde o Bolsonaro fictício.

A proposta do filme é retratar o ex-presidente como um homem simples, combativo e resiliente — um líder que enfrenta “forças poderosas”, tanto internas quanto externas.

Do atentado à facada ao conflito institucional

O longa focará especialmente:

  • O atentado sofrido em 2018, em Juiz de Fora
  • Os bastidores da campanha presidencial
  • A tensão crescente com o STF
  • A ascensão internacional do bolsonarismo
  • A disputa direta com Alexandre de Moraes

A alegada perseguição judicial que culminou em sua prisão

O ponto central da narrativa será justamente o momento em que Bolsonaro passa a ser visto por aliados americanos como vítima da chamada “guerra jurídica”.

Um lançamento estratégico: 2026

A previsão de estreia é 2026 — exatamente ano de eleição presidencial no Brasil.

Ou seja: nada por acaso.

O impacto político será inevitável.

Um filme hollywoodiano sobre Bolsonaro, lançado em plena corrida eleitoral, deve incendiar o debate público e dividir ainda mais o cenário político nacional.

Reflexão:

Independente da posição ideológica, uma coisa é certa:

“Dark Horse” será um marco na disputa política global envolvendo o nome de Jair Bolsonaro.

A produção promete incomodar, emocionar, provocar e reacender conflitos que já fazem parte da história recente do Brasil.

O mundo político — e especialmente a esquerda brasileira — já observa com atenção.

Por Gildo Ribeiro — Portal 7Minutos

 

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Marcus Ornellas — Flávio Bolsonaro
Sérgio Barreto — Carlos Bolsonaro
Eddie Finlay — Eduardo Bolsonaro
E quem vai interpretar Bolsonaro – No papel principal, foi escalado Jim Caviezel, ator mundialmente famoso por interpretar Jesus Cristo no filme A Paixão de Cristo.
O cara que interpretou o Messias vai interpretar outro Messias!!! Absolutely cinema

 

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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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