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TRUMP ACERTOU DE NOVO:

POR QUE “Y.M.C.A.” DIZ MUITO MAIS DO QUE VOCÊ IMAGINA

Não é acaso. Não é improviso. E definitivamente não é ignorância cultural.

Quando Donald Trump escolhe “Y.M.C.A.” para encerrar comícios e incendiar multidões, ele acerta em cheio no símbolo, na memória e na emoção.

Mais uma vez, Trump demonstra entender algo que seus críticos insistem em ignorar: política também é narrativa, identidade e lembrança.

🔥 ENERGIA, MULTIDÃO E PARTICIPAÇÃO

“Y.M.C.A.” não é apenas uma música. É um ritual coletivo.

A batida contagiante, o refrão simples e os famosos gestos com os braços transformam qualquer plateia em protagonista.

Em comícios de Trump, a música quebra o gelo, cria unidade e produz imagens poderosas — milhares de pessoas cantando, sorrindo e se reconhecendo umas nas outras.

Isso não é detalhe.
Isso é engenharia emocional.

🕰️ NOSTALGIA: O PODER DOS “BONS TEMPOS”

A canção remete diretamente aos anos 70 e 80 — período que, para muitos apoiadores de Trump, simboliza força econômica, identidade nacional clara e orgulho americano.

Trump fala de Make America Great Again.

“Y.M.C.A.” soa como esse passado.

Ela conecta o presente a uma memória afetiva coletiva, a um tempo em que — na visão de seus eleitores — o país era mais simples, mais forte e mais confiante.

💪 MASCULINIDADE, SIMBOLISMO E IRONIA

O Village People nasceu como uma sátira visual da masculinidade americana: policial, cowboy, operário, soldado. Era “camp”, exagerado, irônico.

Mas o que aconteceu com o tempo?

A sátira virou ícone.

Para a base trumpista, esses arquétipos deixaram de ser paródia e passaram a representar força, tradição e identidade.

Trump não está rindo da música — ele a ressignificou.

Transformou ironia cultural em símbolo popular.

🎤 O APOIO DE QUEM CRIOU A MÚSICA

Aqui está o ponto que desmonta a narrativa dos críticos.

Victor Willis, vocalista e fundador do Village People, autor da letra, foi direto e claro:

“Y.M.C.A. não é um hino gay.”

 

Willis explicou que escreveu a música inspirado na Young Men’s Christian Association  um espaço urbano de apoio a jovens, com esportes, alimentação barata, convivência e abrigo.

  • Nada clandestino.
  • Nada sexual.
  • Nada oculto.

Segundo ele, a associação automática com um “hino gay” nasceu de suposições ideológicas, não da letra.

Mais ainda:
O uso da música por Trump levou “Y.M.C.A.” ao topo das paradas após mais de 45 anos e gerou milhões de dólares em royalties.

Willis agradeceu publicamente ao então presidente.

A partir de 202, ele afirmou que processará veículos que continuarem classificando falsamente a canção como algo que ela não é.

📖 A VERDADEIRA MENSAGEM DA LETRA

“Y.M.C.A.” fala com jovens — especialmente os que estão perdidos, sem dinheiro ou longe de casa.

Trechos-chave deixam isso claro:

  • “Rapaz, não precisa se sentir pra baixo”
  • “Há um lugar onde você pode ir”
  • “Você pode se renovar, comer bem e se divertir”

É uma música sobre acolhimento, reconstrução e oportunidade.

Nada poderia dialogar melhor com o discurso político de Trump, que se apresenta como aquele que oferece um caminho, uma saída e um recomeço.

🧠 CONCLUSÃO:   NÃO É SORTE.     É LEITURA DE MUNDO.

Trump não usou “Y.M.C.A.” por acaso.
Ele usou porque entendeu o símbolo, respeitou a memória e explorou o que a música tem de mais poderoso: emoção compartilhada.

Enquanto muitos discutem rótulos ideológicos, Trump fala direto com o inconsciente coletivo.
E, gostem ou não, isso funciona.

Porque certas músicas não envelhecem.
E certas lembranças, quando bem usadas, se tornam eternas.

Por Gildo Ribeiro
Redação – Portal 7Minutos Brasilia DF

 

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“Y.M.C.A.” não é apenas uma música. É um ritual coletivo.
A batida contagiante, o refrão simples e os famosos gestos com os braços transformam qualquer plateia em protagonista.
A canção remete diretamente aos anos 70 e 80 — período que, para muitos apoiadores de Trump, simboliza força econômica, identidade nacional clara e orgulho americano.   Trump fala de Make America Great Again.  “Y.M.C.A.” soa como esse passado.
NÃO É SORTE.     É LEITURA DE MUNDO.   Trump não usou “Y.M.C.A.” por acaso.
Ele usou porque entendeu o símbolo, respeitou a memória e explorou o que a música tem de mais poderoso: emoção compartilhada.
Victor Willis criador da musica YMCA
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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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