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Mundo em tensão! Vance vem ai

TRUMP É SÓ O BARULHO. O PERIGO É O QUE VEM DEPOIS.

Por que o mundo — e o Brasil — deveriam prestar atenção em J. D. Vance

Pela terceira vez a editoria do Portal 7Minutos faz um alerta sobre o que pode vir dos EUA, caso uma mudança aconteça hoje ou em futuro próximo….

Enquanto o debate público global permanece obcecado por Donald Trump, um erro estratégico se repete: confundir barulho com método.

Trump é espetáculo, instinto, improviso.

Mas o verdadeiro endurecimento do poder americano pode não estar nele — e sim no homem que o sucede em um cenário de ruptura.

O nome que quase ninguém discute com a seriedade necessária é J. D. Vance.

  • Trump pode chocar.
  • Vance pode reorganizar o sistema à força.
  • E isso muda tudo.

O ERRO DE FOCO: NÃO É SOBRE PERSONALIDADE. É SOBRE MÉTODO.

A esquerda internacional transformou Trump em fetiche político.

A direita, em escudo emocional.

Ambas ignoram o ponto central: o método que se consolida por trás do trumpismo.

  • Trump ameaça com tarifas para barganhar.
  • Vance usa tarifas e bloqueios como punições permanentes.
  • Trump recua taticamente.
  • Vance avança e dobra a aposta.
  • Trump improvisa.
  • Vance executa.

Onde Trump ainda flerta com acordos inesperados, Vance representa o fim da ambiguidade.

  • Não há meio-termo.
  • Não há concessões simbólicas.
  • Ou você se alinha — ou paga o preço.

A SUCESSÃO QUE QUASE NINGUÉM QUER DISCUTIR

Em um cenário institucional de afastamento ou incapacidade presidencial, a Constituição dos EUA é clara.

A sucessão segue uma ordem rígida.

O vice assume.

Depois vêm o presidente da Câmara (Mike Johnson), o presidente pro tempore do Senado (Chuck Grassley), e o secretário de Estado (Marco Rubio).

O ponto não é jurídico.

É político.

Se Vance chega ao Salão Oval, o jogo muda no primeiro mês.

QUEM É J. D. VANCE — E POR QUE ELE É DIFERENTE

  • Vance nasceu James Donald Bowman, em Ohio.
  • Criado pela avó após o abandono paterno e o colapso familiar causado por drogas.
  • Fuzileiro naval. Formado em Direito por Yale.
  • Casado com Usha Vance, pai de três filhos.

Sua trajetória virou símbolo no livro Hillbilly Elegy, adaptado pela Netflix como Era Uma Vez um Sonho.

O que parecia apenas um relato pessoal tornou-se manual ideológico para uma nova elite conservadora que rejeita concessões, pluralismo e diplomacia lenta.

  • Vance não é movido por carisma.
  • É movido por disciplina ideológica.
  • Ele não busca popularidade internacional.
  • Busca controle.

A DOUTRINA VANCE: CHOQUE DE PODER

  • A visão é simples, direta e brutal:
  • O mundo deve se alinhar aos interesses dos EUA — ou arcar com as consequências imediatamente.
  • Sem fóruns multilaterais longos.
  • Sem paciência para negociações na Organização das Nações Unidas.
  • Sem concessões simbólicas.

Com Vance:

  • Pressão econômica sem gradualismo
  • Sanções como disciplina permanente
  • Revisão forçada de relações comerciais
  • Aliados constrangidos
  • Inimigos encurralados
  • Países do Sul Global contra a parede
  • Não é instabilidade como efeito colateral.
  • É ferramenta de governo.

AMÉRICA LATINA NO RADAR — E O BRASIL NA LINHA DE FRENTE

A Venezuela surge como alvo recorrente em análises estratégicas ligadas ao entorno de Vance: sanções ampliadas, operações indiretas e até ações diretas sob pretextos variados.

Mas o Brasil não está fora do mapa.

Um governo brasileiro alinhado à esquerda, flertando com blocos alternativos, relativizando sanções e questionando a hegemonia americana, entra automaticamente na zona de pressão.

E aqui não há romantismo diplomático.

  • Há custo.
  • Há retaliação.
  • Há choque.

A ESQUERDA COMEMORA TRUMP. A DIREITA DEVERIA SE PREOCUPAR COM VANCE.

  • O detalhe mais perigoso?
  • Tudo isso cresce nos bastidores, enquanto a opinião pública continua hipnotizada pelo personagem Trump.
  • Não é sobre cabelo, frases ou comícios.
  • É sobre método, estrutura e execução.
  • Se esse cenário se concretizar, muitos olharão para trás e perceberão tarde demais:
  • Trump era só o barulho.
  • O verdadeiro endurecimento começaria depois.

A pergunta que fica para o Brasil não é se gosta ou não de Trump.

  • É se está preparado para Vance.
  • Porque, perto dele,
  • Trump pode parecer apenas um ensaio.

 

Por Gildo Ribeiro
Editoria Portal 7Minutos

 

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A DOUTRINA VANCE:         CHOQUE DE PODER-    A visão é simples, direta e brutal:
O mundo deve se alinhar aos interesses dos EUA    ou arcar com as consequências imediatamente.
Casado com Usha Vance, pai de três filhos.
Trump pode chocar.   Vance pode reorganizar o sistema à força.   E isso muda tudo
Casado com Usha Vance

 

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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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