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Wagner Moura cruza a linha:

Vitória no Globo de Ouro vira ataque político e provoca reação internacional

A vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro deveria ser um momento de celebração do cinema brasileiro. Não foi. O ator decidiu usar o holofote internacional para destilar militância ideológica

Após consagração no Globo de Ouro, ator transforma palco cultural em palanque ideológico, agride antigos fãs e dispara contra Bolsonaro, Trump e os EUA — atitude que pode custar caro na corrida ao Oscar 2026 e na sua permanência na América.

O prêmio que virou provocação

A vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro deveria ser um momento de celebração do cinema brasileiro.

Não foi.

O ator decidiu usar o holofote internacional para destilar militância ideológica, atacar seus próprios fãs e atingir diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, além de reiterar críticas à América e ao presidente Donald Trump, que já vem fazendo a meses.

O gesto foi visto como ingratidão por parte de quem construiu carreira, projeção e renda dentro do mercado americano — o mesmo país que hoje ele escolhe hostilizar.

Irresponsabilidade que cobra seu preço

Em plena temporada de premiações, quando cada palavra pesa,

Moura decidiu se expor como militante radical.

Não é “liberdade artística”.

É irresponsabilidade estratégica.

  • Hollywood observa.
  • A Academia observa.
  • O público observa.

E a América não costuma ser paciente com estrangeiros que usam seus recursos, sua indústria e sua liberdade para atacá-la publicamente — sobretudo quando esse ataque se soma a histórico recorrente de hostilidade política.

A reação já começou entre brasileiros no exterior e nas redes, com pedidos formais para que autoridades avaliem a postura pública e recorrente do ator — inclusive junto ao entorno do vice-presidente J.D. Vance, conhecido por tolerância zero com aproveitadores ideológicos.

“O Agente Secreto”: cinema forte, marketing suicida

O filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, saiu do Globo de Ouro com dois troféus importantes:

  • Melhor filme de língua não inglesa
  • Melhor ator, para Wagner Moura

O resultado impulsiona fortemente o longa na corrida ao Oscar 2026, especialmente após o desempenho tímido de rivais internacionais.

Mas há um problema: o principal rosto do filme decidiu virar um problema político.

Em vez de ampliar o alcance do projeto, Moura pode ter ativado resistências silenciosas dentro da Academia, justamente num momento em que cada voto é disputado nos bastidores.

O histórico pesa — e a conta chega
Não é um episódio isolado.

Moura já atacou Trump, já criticou os EUA e agora insultou Bolsonaro diante de uma audiência global.

A soma desses atos constrói um dossiê público que complica vistos, contratos e apoios institucionais.
Hollywood é política, sim  mas odeia instabilidade e militância fora de controle quando isso ameaça bilheteria, reputação e alianças internacionais.

 

A diferença entre engajamento e imprudência é simples:

  • engajamento constrói pontes;
  • imprudência queima caminhos.

Análise de Cinema:

o que a vitória significa — e o que pode destruir tudo

A história recente mostra como o Globo de Ouro pode alavancar campanhas ao Oscar.

Em 2025, Fernanda Torres abriu caminho para o sucesso de Ainda Estou Aqui, de Walter Salles.
Agora,

O Agente Secreto tem chances reais de:

  • Melhor Filme Internacional
  • Melhor Ator
  • Possível indicação a Melhor Filme

Mesmo com favoritismo de Timothée Chalamet em Marty Supreme, a vitória de Moura reacendeu sua campanha.

Mas tudo isso pode ruir se a militância continuar atropelando o projeto.

Recado direto aos produtores e artistas

  • A cobrança é legítima e necessária:
  • Respeitem o público que construiu suas carreiras
  • Não confundam palco artístico com palanque ideológico
  • Não ataquem países que os acolhem enquanto lucram com seus recursos

A temporada do Oscar não perdoa erros estratégicos  e a América não é obrigada a sustentar quem a despreza.

Conclusão: talento não dá salvo-conduto

Wagner Moura mostrou ao mundo quem escolheu ser neste momento decisivo.

  • Agora, o mundo reage.
  • A cobrança internacional está apenas começando.
  • E, em Hollywood, as consequências costumam ser silenciosas — e definitivas.

Por  Gildo Ribeiro
Redação Sete Minutos — Brasília

 

 

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Esses esquerdistas são o retrato da hipocrisia:

Financiados com dinheiro do povo, sobem no palco pra chamar Bolsonaro de Fascista, enquanto idolatram Che Guevara, apoiam Maduro, o PT e moram nos EUA de Trump.

Wagner Moura conquista o Globo de Ouro por “O agente secreto” — Foto: Rich Polk/2026GG/Penske Media via Getty Images

 

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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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