Wagner Moura cruza a linha:
Vitória no Globo de Ouro vira ataque político e provoca reação internacional
A vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro deveria ser um momento de celebração do cinema brasileiro. Não foi. O ator decidiu usar o holofote internacional para destilar militância ideológica
Após consagração no Globo de Ouro, ator transforma palco cultural em palanque ideológico, agride antigos fãs e dispara contra Bolsonaro, Trump e os EUA — atitude que pode custar caro na corrida ao Oscar 2026 e na sua permanência na América.
O prêmio que virou provocação
A vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro deveria ser um momento de celebração do cinema brasileiro.
Não foi.
O ator decidiu usar o holofote internacional para destilar militância ideológica, atacar seus próprios fãs e atingir diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, além de reiterar críticas à América e ao presidente Donald Trump, que já vem fazendo a meses.
O gesto foi visto como ingratidão por parte de quem construiu carreira, projeção e renda dentro do mercado americano — o mesmo país que hoje ele escolhe hostilizar.
Irresponsabilidade que cobra seu preço
Em plena temporada de premiações, quando cada palavra pesa,
Moura decidiu se expor como militante radical.
Não é “liberdade artística”.
É irresponsabilidade estratégica.
- Hollywood observa.
- A Academia observa.
- O público observa.
E a América não costuma ser paciente com estrangeiros que usam seus recursos, sua indústria e sua liberdade para atacá-la publicamente — sobretudo quando esse ataque se soma a histórico recorrente de hostilidade política.
[@outracoisapgm] Wagner Moura diz que os EUA deixaram de ser uma democracia: Morador de Los Angeles, ator aponta fascismo na Era Trump. Tragam-no de volta para a pujante democracia brasileira! Assista aqui: https://t.co/4xhBrOwyj3
#OutraCoisa pic.twitter.com/VzdVa4IOY6— Revista Oeste (@revistaoeste) September 22, 2025
A reação já começou entre brasileiros no exterior e nas redes, com pedidos formais para que autoridades avaliem a postura pública e recorrente do ator — inclusive junto ao entorno do vice-presidente J.D. Vance, conhecido por tolerância zero com aproveitadores ideológicos.
"Os Estados Unidos deixou de ser uma democracia e passou a ser um país com tendências autoritárias evidentes. O que está acontecendo é grave"
Wagner Moura,
em entrevista à BBC pic.twitter.com/qWYtvlDEMd— Nota (@jornalnota) September 22, 2025
“O Agente Secreto”: cinema forte, marketing suicida
O filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, saiu do Globo de Ouro com dois troféus importantes:
- Melhor filme de língua não inglesa
- Melhor ator, para Wagner Moura
O resultado impulsiona fortemente o longa na corrida ao Oscar 2026, especialmente após o desempenho tímido de rivais internacionais.
Mas há um problema: o principal rosto do filme decidiu virar um problema político.
O ataque aos EUA pode custar caro a Wagner Moura. Ao declarar em público que o país que o abriga não é mais uma democracia e acusar o presidente Trump de autoritarismo, o ator se expõe ao risco real de ter seu visto questionado e até enfrentar a possibilidade de deportação.
Leia… pic.twitter.com/z9ohC38ukS
— Bradock Show (@BradockShow) September 14, 2025
Em vez de ampliar o alcance do projeto, Moura pode ter ativado resistências silenciosas dentro da Academia, justamente num momento em que cada voto é disputado nos bastidores.
⏯️ O ator Wagner Moura classificou como “inaceitável” o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrido no último sábado. Em entrevista à revista norte-americana The Hollywood Reporter, o brasileiro afirmou que, embora considere Nicolás Maduro um ditador, a ação do governo… pic.twitter.com/BOgitQhyXa
— Metrópoles (@Metropoles) January 9, 2026
O histórico pesa — e a conta chega
Não é um episódio isolado.
Moura já atacou Trump, já criticou os EUA e agora insultou Bolsonaro diante de uma audiência global.
RECADO PARA TRUMP!
Em Paris, Wagner Moura recebe prêmio por "O Agente Secreto" e manda o recado:
Isto aqui Trump,
É o Brasil,
Que canta e é feliz
Feliz, feliz.É também um pouco de uma raça
Que não tem medo de fumaça,
E que não se entrega não. pic.twitter.com/43nYJ4OU9U— Moisés Aguiar senra (@AguiarSenra) July 12, 2025
A soma desses atos constrói um dossiê público que complica vistos, contratos e apoios institucionais.
Hollywood é política, sim mas odeia instabilidade e militância fora de controle quando isso ameaça bilheteria, reputação e alianças internacionais.
Wagner Moura diz que americanos inteligentes estão com inveja do Brasil fazendo justiça com golpistas. pic.twitter.com/pJoUN7g29Y
— Pedro Ronchi (@PedroRonchi2) September 16, 2025
A diferença entre engajamento e imprudência é simples:
- engajamento constrói pontes;
- imprudência queima caminhos.
Análise de Cinema:
o que a vitória significa — e o que pode destruir tudo
A história recente mostra como o Globo de Ouro pode alavancar campanhas ao Oscar.
Em 2025, Fernanda Torres abriu caminho para o sucesso de Ainda Estou Aqui, de Walter Salles.
Agora,
O Agente Secreto tem chances reais de:
- Melhor Filme Internacional
- Melhor Ator
- Possível indicação a Melhor Filme
Mesmo com favoritismo de Timothée Chalamet em Marty Supreme, a vitória de Moura reacendeu sua campanha.
Mas tudo isso pode ruir se a militância continuar atropelando o projeto.
Recado direto aos produtores e artistas
- A cobrança é legítima e necessária:
- Respeitem o público que construiu suas carreiras
- Não confundam palco artístico com palanque ideológico
- Não ataquem países que os acolhem enquanto lucram com seus recursos
Wagner Moura gera polêmica ao criticar Donald Trump em entrevista a revista dos EUA: "Simplesmente inaceitável" https://t.co/xtkGcxR5Pr pic.twitter.com/7Emz4Y9ghy
— BN Holofote (@bnholofote) January 9, 2026
A temporada do Oscar não perdoa erros estratégicos e a América não é obrigada a sustentar quem a despreza.
Conclusão: talento não dá salvo-conduto
Wagner Moura mostrou ao mundo quem escolheu ser neste momento decisivo.
- Agora, o mundo reage.
- A cobrança internacional está apenas começando.
- E, em Hollywood, as consequências costumam ser silenciosas — e definitivas.
Por Gildo Ribeiro
Redação Sete Minutos — Brasília
Aqui deixo minha declaração:
Grande bosta que ganhou, Talkey‼️
NÃO assisti e NÃO assistirei‼️👍🏼 pic.twitter.com/mIqzPG4qlB— Talita – Mulher Patriota 🇧🇷 (@Tali_Mito22) January 12, 2026
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Nas redes sociais , a comunidade nao perdoa a irresponsabidade.
Esses esquerdistas são o retrato da hipocrisia:
Financiados com dinheiro do povo, sobem no palco pra chamar Bolsonaro de Fascista, enquanto idolatram Che Guevara, apoiam Maduro, o PT e moram nos EUA de Trump.
Esses esquerdistas são o retrato da hipocrisia: Financiados com dinheiro do povo, sobem no palco pra chamar Bolsonaro de Fascista, enquanto idolatram Che Guevara, apoiam Maduro, o PT e moram nos EUA de Trump. pic.twitter.com/oKJcCQbBqG
— Mariana Lescano (@amarianalescano) January 12, 2026
Fantástico! Não deixe de assistir a esse vídeo
Wagner Mourão compara TRUMP a bolsonaro e joga na cara da plateia norte-americana que eles não valorizam a democracia, já que estão acostumados a ela. pic.twitter.com/F0dbVRb3tQ
— Marco Costa (Rede Marco) (@rede_marco) March 19, 2024




