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PATTY LIMA

A VOZ que RENASCEU do IMPROVÁVEL e HOJE encanta ANÁPOLIS, GOIÁS e TODO o BRASIL

Uma história emocionante, divertida, musical e absolutamente imperdível.

Da pequena Costa Marques ao coração do Brasil: nasce uma voz impossível de ignorar

Quem vê Patty hoje, com sua presença marcante nos palcos de Anápolis, nas rodas musicais de Goiás e nos vídeos que arrebatam o YouTube, não imagina o tamanho da travessia que essa artista percorreu.

Patty não nasceu pronta — ela nasceu forte.

Vinda de Costa Marques, Rondônia, a cantora é a irmã mais velha de seis filhos.

A infância foi marcada por desafios, separações, momentos difíceis, vulnerabilidade e até temporadas em abrigos.

Não faltaram tempestades — mas, em vez de quebrar, Patty aprendeu a cantar mais alto.

 

E foi justamente no abrigo de Rolim de Moura que seu destino começou a se revelar.

Entre sorrisos tímidos e dias incertos, ela ganhou seu primeiro violão e descobriu que a música não era apenas som — era abrigo, coragem, identidade.

Com apenas 14 anos, Patty já cantava na igreja, tocava o violão que conquistou com esforço e aprendia que, mesmo em solo duro, sementes florescem.

O milagre: uma adoção que transformou vidas — e abriu caminhos

Se a vida de Patty fosse um filme, este seria o momento do “plot twist” salvador.

Lá de Goiânia, a tia Dileuza e o tio Marcelo, músicos, acolhedores e movidos pelo coração — souberam da situação dos sobrinhos e tomaram uma decisão que mudaria tudo: iriam adotar as crianças. Todas.

Não três, não quatro — os seis irmãos, para que ninguém fosse separado.

E assim, entre 2011 e 2012, começava a segunda vida de Patty.

Goiânia se tornou lar.

  • A família cresceu para 10 pessoas.
  • E a música virou trilho, destino e propósito.

Marcelo, músico talentoso, apresentou Patty ao rock — e dali nasceu uma paixão ardente que vibra até hoje em cada show:

Red Hot Chili Peppers, AC/DC, Van Halen, Iron Maiden, Angra.

A casa virou palco, o violão virou extensão do corpo, e Patty entendeu que a música podia ser tudo o que ela quisesse.

Avós, professores, amigos e anjos: as vozes que construíram a voz de Patty

  • A história de Patty é feita de encontros.
  • Do avô Luiz, que canta boleros como um tenor.
  • Do avô João Bosco, mestre da moda de viola.
  • Do irmão Davi, produtor musical e parceiro de composições — com música já lançada no Spotify.
  • Do Seu Sebastião e da família Fernanda, que a acolheram quando não havia quase nada.
  • Dos barzinhos de Goiânia onde sua voz ganhou espaço e respeito.

E assim, tijolo por tijolo, afeto por afeto, música por música, Patty construiu não só sua carreira — mas sua identidade artística.

 

Goiás, Anápolis e a força de uma mulher que canta com alma

Hoje residente em Anápolis, Patty divide o tempo entre o trabalho, os palcos, o Muay Thai e os sonhos musicais.

  • Sim, o mercado musical é duro — especialmente para mulheres no rock.
  • Sim, existe machismo, portas fechadas e resistência.

Mas Patty nunca foi do tipo que desiste.

  • Ela é do tipo que insiste.
  • Que canta.
  • Que se reinventa.
  • Que se faz ouvir.

E coube ao acaso , ou ao destino — colocar em sua jornada parceiros como Fábio Batera, músicos regionais, produtores e amigos que a levam a cada vez mais palcos, bares e eventos.

Hoje, Patty tem repertório para rock, pop, sertanejo, shows particulares, participações em programas de rádio e TV e vídeos marcantes que conquistam milhares de pessoas na internet.

E uma coisa ninguém nega:
quem ouve Patty uma vez, não esquece.

 

Mais que voz: presença, alma e verdade

  • Patty canta com a força de quem sobreviveu.
  • Com a doçura de quem aprendeu a amar apesar das dores.
  • Com a técnica de quem estudou, treinou e se dedicou.
  • Com a emoção de quem sabe que música salva — porque salvou a sua vida.

Hoje, ela é cantora, compositora, formada em Letras, gerente de loja, ex-tatuadora, artista multifacetada.

  • Mas, acima de tudo, Patty é uma história viva.
  • Uma história de renascimento.
  • Uma história imperdível.

**O Brasil já ouviu. Goiás já abraçou. Anápolis já se orgulha.

E o mundo está pronto para conhecer Patty.**

  • Uma artista que transforma cada palco em lar.
  • Cada música em verdade.
  • Cada nota em libertação.

E quem acompanha, sabe: Patty não é apenas uma cantora.

  • É uma força.
  • É uma voz.
  • É uma história que inspira — e emociona.

Por Gildo Ribeiro
Editoria 7Minutos

 

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Lá de Goiânia, a tia Edileuza e o tio Marcelo, músicos, acolhedores e movidos pelo coração — souberam da situação dos sobrinhos e tomaram uma decisão que mudaria tudo: iriam adotar as crianças. Todas.   Não três, não quatro — os seis irmãos, para que ninguém fosse separado.
Chegada da familia em …Goiás,
Ao lado do Pai em Goiás, Anápolis e a força de uma mulher que canta com alma

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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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