Estilo : Comportamento» Estilo

CUIABÁ nos anos 90:

QUANDO a NOITE tinha uma RÁDIO CIDADE, PISTA, MODA e HISTÓRIAS para CONTAR

Yes Bananas, América Music Hall, Get Up, El Templo, Apoteose, Vaticano, Cosa Nostra e tantas outras casas fizeram de uma geração cuiabana protagonista de noites que ainda sobrevivem na memória.

E, antes das redes sociais, uma emissora ajudava a espalhar pela cidade aquilo que estava acontecendo: a Rádio Cidade FM.

Houve um tempo em Cuiabá em que ninguém precisava olhar o celular para descobrir onde estava a melhor festa.

Aliás, o celular praticamente não fazia parte da história.

A informação chegava pelo rádio.

O encontro era combinado antes de sair de casa.

A música que estourava na FM chegava à pista.

E, quando finalmente começava a noite, havia uma certeza:

  • era preciso vivê-la até o fim.

Esta é uma viagem para uma Cuiabá que crescia, mudava seus costumes e descobria novas formas de diversão.

É uma homenagem à juventude cuiabana dos anos 90.

E também à geração de profissionais, DJs, radialistas, empresários, produtores, músicos, garçons, seguranças e apaixonados pela noite que ajudaram a construir aquela história.

ANTES DAS REDES SOCIAIS, HAVIA O RÁDIO

Para entender aquela época é preciso voltar um pouco no tempo.

A antiga Rádio Cidade FM de Cuiabá havia iniciado sua trajetória em 13 de novembro de 1987, numa inauguração cercada por uma curiosidade que ficou guardada na memória de quem participou daquele momento:

  • 13 de novembro, às 13 horas, 13 minutos e 13 segundos.

Naquele período, sob a direção geral de Gildo Ribeiro, a proposta era aproximar a emissora da juventude.

E essa relação acabaria ultrapassando os estúdios.

A rádio e a noite passaram a caminhar juntas.

Casas noturnas de Cuiabá e Várzea Grande recorriam à força da emissora para divulgar festas, lançamentos, promoções e acontecimentos.

  • Era outro mundo.
  • Não existiam Instagram, WhatsApp, TikTok ou stories.

Um anúncio no rádio, uma chamada bem produzida, a voz do locutor e uma música tocando repetidamente podiam ajudar a transformar uma festa em assunto da cidade.

  • O rádio criava expectativa.
  • A boate entregava a experiência.

E os jovens completavam a história.

CUIABÁ DESCOBRIA UMA NOVA NOITE

Os registros históricos ajudam a mostrar que essa memória não é apenas impressão de quem viveu aquele período.

Uma reportagem do Diário de Cuiabá, ao relembrar os tempos de ouro das pistas locais, relacionou entre as casas que ficaram na memória nomes como América, El Templo, Get Up e Apoteose, além de várias outras.

Cuiabá estava construindo uma cultura noturna própria.

E cada casa possuía sua personalidade.

YES BANANAS: QUANDO O CPA VIROU PONTO DE ENCONTRO

Quem viveu aquela geração dificilmente esquece a Yes Bananas.

A casa surgiu em 1991, no CPA, e se transformou em um fenômeno da noite cuiabana.

Registros posteriores contam que havia noites em que a lotação era tamanha que pessoas esperavam do lado de fora até alguém sair para conseguir entrar.

A casa promovia festas às sextas e sábados e chegou a realizar matinês aos domingos.

Era o começo da explosão da dance music.

  • Techno.
  • Eurodance.
  • Batidas eletrônicas.
  • Novos passos.
  • Novos comportamentos.

E uma juventude descobrindo tendências praticamente ao mesmo tempo em que elas começavam a circular pelo Brasil.

A Yes Bananas não era simplesmente uma boate.

Para muitos jovens, era o lugar onde as coisas aconteciam.

E A MODA?

  • Ah, a moda…
  • Quem viveu sabe.
  • Sapato Ferracini de solado alto.
  • Calça Tony Marcel.
  • Camisa Flamel.

E aquele inesquecível corte de cabelo conhecido como asa-delta.

  • Hoje algumas dessas combinações podem provocar risadas.
  • Naquele momento?
  • Era coisa séria.

O sujeito se arrumava, passava perfume, conferia o cabelo várias vezes e saía de casa convencido de que estava pronto para conquistar Cuiabá.

  • E talvez estivesse mesmo.
  • Porque boate também significava romance.
  • Olhares atravessavam a pista.
  • Alguém perguntava o nome de alguém.
  • O amigo fazia a apresentação.

E uma música podia virar para sempre “a música daquele casal”.

 

GET UP: UMA GERAÇÃO NA PISTA

Outro nome que atravessou o tempo foi a Get Up.

Ela aparece inclusive nos registros posteriores sobre as casas que marcaram a época de ouro das boates cuiabanas.

Para quem viveu aquele período, falar em Get Up é abrir uma gaveta inteira de lembranças.

  • Amigos.
  • Namoros.
  • Paqueras.
  • Aniversários.

Turmas que chegavam juntas e só percebiam a hora quando a noite já estava terminando.

  • Não existia a preocupação permanente em fotografar tudo.
  • Por isso talvez exista tão pouco registro visual daquele período.
  • Mas existe algo que nenhuma câmera conseguiria reproduzir:
  • a memória de quem estava lá.

EL TEMPLO: QUANDO A NOITE ATRAVESSOU PARA VÁRZEA GRANDE

E então veio uma das casas mais impressionantes daquela geração:

El Templo.

Sua força ajudou a deslocar parte da movimentação noturna para Várzea Grande.

A casa possuía três ambientes e tornou-se uma referência da geração que viveu a explosão da Eurodance no começo dos anos 90.

E existe um detalhe extraordinário.

Os discos utilizados na casa eram buscados no exterior.

Segundo relato de um dos antigos sócios, havia material vindo inclusive de Ibiza, então um dos grandes centros mundiais da música eletrônica.

  • Imagine isso naquela época.
  • Sem streaming.
  • Sem Spotify.
  • Sem YouTube.
  • Sem baixar uma música instantaneamente.

Para colocar uma novidade na pista era necessário conseguir o disco físico.

  • Por isso um DJ podia possuir algo realmente exclusivo.
  • Uma música começava a tocar…
  • e centenas de pessoas ouviam aquilo pela primeira vez.

A rua diante da El Templo podia ficar tomada pelo movimento.

  • Era gente chegando.
  • Gente esperando.
  • Carros.
  • Amigos se encontrando.

E a pergunta inevitável:

  • — Você viu quem está aí hoje?

A moda também mudava.

  • Mocassim.
  • Calça jeans.
  • Cinto social.
  • Camisa xadrez.

E o vocabulário tinha outra cara.

  • — Conheci uma mina muito interessante ontem…
  • Era assim.
  • Simples.
  • Analógico.
  • E inesquecível.

 

APOTEOSE: SHOW E PISTA NA AVENIDA MATO GROSSO

A Apoteose trouxe outra proposta.

A casa localizada na região da Avenida Mato Grosso misturava a energia da pista com apresentações e acontecimentos musicais.

E a própria avenida viveu momentos históricos naquela década.

Em 1997, por exemplo, o evento Rasque’Art reuniu cerca de 40 mil pessoas na Avenida Mato Grosso, segundo relato publicado anos depois.

O palco ficava na região da Apoteose e o público ocupou um enorme trecho da avenida.

Era também o momento de outra estética.

  • Tênis esportivo.
  • Jeans.
  • Camisetas mais soltas.
  • Um visual jovem cada vez mais informal.

E entre uma música e outra…

  • — Bia, acho que estou gostando do Beto.
  • — Poxa, Ana, que legal!
  • Até alguém completar:
  • — Acho que ele também gosta de você…

Quantas histórias começaram assim?

Quantos casamentos de hoje talvez tenham começado numa pista daquela Cuiabá?

COUNTRY TAMBÉM TOMOU CONTA DA CIDADE

  • Os anos 90 não tiveram uma única tribo.

A influência country cresceu enormemente.

  • Vieram as botas.
  • Calças de grife.
  • Cintos com grandes fivelas metálicas.
  • Baby looks.
  • Chapéus.

O sertanejo conquistava espaço e dividia a juventude com dance music, rock, pop, rasqueado e outras manifestações locais.

  • Cuiabá absorvia tudo.
  • E transformava tudo à sua maneira.

NO FINAL DA DÉCADA, VATICANO

Quando os anos 90 caminhavam para o encerramento, novas casas continuavam surgindo.

Entre as lembranças daquele período está a Vaticano, nas proximidades da Praça 8 de Abril e do tradicional Choppão.

  • A localização era privilegiada.
  • A proposta apostava em ambientes diferentes e variedade musical.

Era quase como se a própria noite cuiabana estivesse anunciando:

  • uma década estava terminando.
  • Outra começaria.
  • Mas aquela geração jamais seria a mesma.

UMA CUIABÁ QUE NÃO EXISTE MAIS — MAS CONTINUA VIVA

A geografia da noite mudou muitas vezes.

Um estudo sobre a vida noturna da capital mostra como diferentes regiões assumiram protagonismo ao longo das décadas:

  • Centro, Avenida Historiador Rubens de Mendonça, Getúlio Vargas, Praça 8 de Abril, Praça Popular e outros pontos foram se sucedendo como territórios de encontro e diversão.

Outras culturas também floresceram paralelamente.

Rock, música alternativa, rasqueado e, no final da década, a expansão do lambadão ajudavam a formar uma identidade noturna muito mais diversa do que uma simples relação de boates.

Era uma cidade descobrindo sua própria modernidade.

E TALVEZ ESTE SEJA O GRANDE SEGREDO DOS ANOS 90

  • Não eram apenas as boates.
  • Não eram apenas as roupas.
  • Não eram apenas os DJs.

Nem mesmo aquelas músicas que, quando aparecem hoje inesperadamente no rádio, fazem alguém fechar os olhos por alguns segundos.

  • Era a maneira como tudo acontecia.
  • Você precisava estar lá.
  • Se perdeu a festa, perdeu.
  • Não haveria centenas de vídeos no dia seguinte.
  • Não existiria transmissão ao vivo.
  • Talvez sobrassem algumas fotografias reveladas dias depois.

O resto ficaria guardado exclusivamente na memória.

Talvez seja exatamente por isso que aquelas noites tenham se tornado tão grandes dentro de quem as viveu.

QUANDO A RÁDIO ENCONTRAVA A PISTA

E existe ainda um personagem invisível nessa história:

o rádio.

A Rádio Cidade fazia parte daquele cotidiano.

  • A música que o jovem ouvia durante o dia poderia ser aquela que encontraria novamente à noite.
  • A chamada da festa criava expectativa.
  • O locutor falava da casa.
  • O DJ fazia a pista responder.

Empresários, produtores, radialistas e público alimentavam um circuito que ajudou a transformar a noite de Cuiabá e Várzea Grande.

Muito antes dos influenciadores digitais, existia uma influência poderosíssima transmitida pelas antenas.

Era a FM.

PARA QUEM VIVEU, BASTA UMA MÚSICA

  • Hoje aqueles jovens cresceram.
  • Muitos são pais.
  • Outros já são avós.
  • As roupas mudaram.
  • Os prédios mudaram.
  • Algumas casas desapareceram completamente.
  • Mas experimente colocar para tocar uma daquelas músicas.
  • Bastam alguns segundos.

De repente alguém se lembra da Yes Bananas.

Outro fala da Get Up.

Alguém conta uma história da América.

Outro imediatamente responde:

  • — Mas você foi na El Templo?

Surge a Apoteose.

Vem a lembrança da Vaticano.

  • E começam as histórias.
  • Uma atrás da outra.

Até que alguém inevitavelmente diga:

Rapaz… Cuiabá era boa demais naquela época.

Talvez fosse mesmo.

Porque os anos 90 não sobreviveram nos prédios.

  • Sobreviveram nas pessoas.
  • Na música.
  • Nos amores.
  • Nas amizades.
  • Nas histórias que nunca foram fotografadas.
  • Nas madrugadas que pareciam não terminar.
  • E naquela sensação maravilhosa de ter 18, 20 ou 25 anos e acreditar que o próximo sábado seria simplesmente a melhor noite de nossas vidas.

Para milhares de cuiabanos, algumas realmente foram.

Yes Bananas. América Music Hall. Get Up. El Templo. Apoteose. Vaticano. Rádio Cidade.

  • Nomes diferentes.
  • Uma mesma geração.
  • Uma Cuiabá inesquecível.

E quem viveu os anos 90 sabe:

  • certas noites terminam pela manhã. Outras demoram uma vida inteira para acabar.

 

AS CASAS DE UM PÚBLICO MAIS MADURO 

OUTRA CUIABÁ TAMBÉM DANÇAVA

Enquanto uma parcela dos jovens fazia das pistas seu território de descoberta, Cuiabá possuía também uma vida noturna frequentada por gente mais madura — empresários, profissionais liberais, casais e grupos de amigos que já tinham maior independência financeira e procuravam ambientes onde música, bebida, encontros e convivência social faziam parte de uma noite mais longa.

E alguns daqueles nomes atravessaram décadas na memória da cidade.

Ópera Light, Acrópole, Transas, Cosa Nostra e Zagaia

aparecem juntas em registros posteriores sobre as grandes casas que desapareceram e deixaram saudade no público adulto de Cuiabá.

O Diário de Cuiabá, ao recordar aquela geração, citou justamente essas casas — além de El Templo, Get Up, Apoteose, Udstock, Z100, Rush e Hitz — como parte de uma época em que a capital oferecia numerosas alternativas noturnas.

ÓPERA LIGHT — QUANDO A NOITE NÃO CABIA EM UM ÚNICO ESTILO

A Ópera Light merece destaque especial.

Os arquivos da imprensa cuiabana mostram uma casa extremamente movimentada no fim dos anos 90, recebendo propostas diferentes.

Em junho de 1999, por exemplo, uma coluna do Diário de Cuiabá registrava noites com rock, MPB e reggae, além de músicos convidados; naquele mesmo período a casa realizava festas temáticas e grandes produções.

Em outra noite daquele ano, a Ópera Light recebeu um festival reunindo várias bandas.

Isso ajuda a entender uma característica fundamental da noite daquele período: uma grande casa não dependia necessariamente de um único gênero musical.

Ela precisava se reinventar.

COSA NOSTRA E TRANSAS — QUANDO FREQUENTAR A CASA ERA QUASE PERTENCER A UM GRUPO

Talvez uma das descrições mais interessantes que encontrei durante a pesquisa seja justamente sobre Cosa Nostra e Transas.

Anos depois, ao escrever sobre a saudade da noite cuiabana, Jackelyne Pontes recordou que os frequentadores dessas duas casas pareciam formar uma espécie de “confraria”, tamanha a fidelidade de quem retornava durante sucessivos finais de semana.

  • Isso diz muito.
  • Não se tratava simplesmente de escolher uma boate.
  • Existia identificação.

A pessoa tinha a sua casa, encontrava praticamente as mesmas turmas, conhecia funcionários, DJs e frequentadores e construía ali parte de sua vida social.

Antes das comunidades virtuais, existiam comunidades formadas cara a cara.

ZAGAIA — A FILA TAMBÉM FAZIA PARTE DA FESTA

A Zagaia também permaneceu na memória.

No mesmo relato nostálgico sobre a noite de Cuiabá, aparece uma imagem que praticamente transporta quem viveu aquele período para a porta da casa: a enorme fila para conseguir entrar — e a sensação de que esperar fazia parte da experiência.

Quem passou pela noite dos anos 80 e 90 sabe exatamente o que isso significava.

A festa começava antes da porta.

Era na fila que alguém encontrava conhecidos.

Era ali que se observava quem estava chegando.

E muitas vezes era ali que começava a paquera.

AMÉRICA — MUITO MAIS QUE UMA ÚNICA GERAÇÃO

A América merece igualmente ser enxergada além de uma simples boate juvenil.

Há registros de sua intensa programação durante os anos 90.

Em 1995, por exemplo, a banda cuiabana Tribos da Capital assinou contrato de um ano com a casa; aos sábados havia pop-rock e reggae, enquanto os domingos recebiam pagode.

O promoter Messias Bruxo também recordou posteriormente que uma de suas primeiras grandes festas aconteceu justamente na antiga América, na Fernando Corrêa, por volta de 1994/95; depois, ele trabalharia também na Ópera Light e Get Up.

É uma pequena pista de como existia naquela Cuiabá uma verdadeira indústria da noite.

  • Promoters.
  • DJs.
  • Bandas.
  • Radialistas.
  • Seguranças.
  • Garçons.
  • Empresários.
  • Publicidade.
  • Bebidas.
  • Restaurantes.
  • Táxis.
  • Moda.

Tudo girava ao redor daquele universo.

E A RÁDIO CIDADE ESTAVA NO MEIO DESSA TRANSFORMAÇÃO

É justamente aqui que podemos fortalecer ainda mais o capítulo da Rádio Cidade FM na matéria.

A relação entre rádio, DJ e casas noturnas era muito próxima naquele período.

Há registros, por exemplo, de profissional que atuou na Rádio Cidade de Cuiabá, comandando mixes e programação musical, e que simultaneamente trabalhou como DJ em casas como América Music Hall, Cosa Nostra e Ópera Light, além de produzir remix ligado à El Templo.

Isso ajuda a documentar algo que a memória de quem viveu aquela época já dizia:

  • o rádio e a pista conversavam.
  • A música era apresentada na emissora.
  • Virava desejo.
  • Chegava à boate.

O DJ transformava aquela música em experiência.

E na segunda-feira todo mundo queria saber qual era aquela faixa que havia enlouquecido a pista no sábado.

DUAS GERAÇÕES, UMA MESMA CIDADE

Talvez seja isso que torne aquela Cuiabá tão fascinante.

De um lado estavam os adolescentes e jovens adultos descobrindo Yes Bananas, Get Up, El Templo e tantas outras pistas.

Do outro havia uma geração mais madura circulando por casas como Ópera Light, Acrópole, Transas, Cosa Nostra, Zagaia e América, entre outros endereços.

  • Os estilos podiam mudar.
  • As roupas eram diferentes.
  • O dinheiro disponível no bolso também.
  • Mas havia algo que unia todo mundo:
  • a vontade de sair de casa e encontrar pessoas.

E isso talvez explique por que tantos cuiabanos ainda falam daqueles lugares décadas depois.

  • Os prédios fecharam.
  • As pistas silenciaram.
  • Algumas fachadas desapareceram.

 

Mas basta alguém pronunciar:

“Você lembra da Cosa Nostra?”

Outro responde:

“E da Zagaia?”

Alguém acrescenta:

Rapaz… e o Transas?”

Pronto.

Por alguns minutos, ninguém mais está em 2026.

Todo mundo voltou para Cuiabá dos anos 90.

 

 

Por Gildo Ribeiro
Editoria de Comportamento
Portal 7Minutos

 

Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal 7MINUTOS e fique por dentro das principais notícias de ANÁPOLIS, do BRASIL e do MUNDO siga aqui.

 

Eu estou ouvindo Rádio 7 pelo RadiosNet. #OuvirRadio

https://chat.whatsapp.com/75chFAHi9piGv5zWCwyy4F

 

Siga o ‘ 7Minutos’ nas redes sociais

X (ex-Twitter)
Instagram
Facebook
Getter
Truth Social  

Noites inesquecíveis da Cuiabá dos ano
Dos estúdios da Radio Cidade Cuiabá saia tudo que motivava as casas noturnas – Flavio Bruno e Gildo Ribeiros Diretores e Mentores dos grande eventos de Cuiabá nos anos 90
Noites Douradas de Cuiabá nos Anos 90
  • Fonte da informação:
  • Leia na fonte original da informação
  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

    Artigos relacionados

    Botão Voltar ao topo