CAIXA-PRETA DO BNDES:
Sigilo escondeu empréstimos a custo quase zero para Angola
Quando era ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), o petista Fernando Pimentel decretou sigilo sobre as condições especiais dos empréstimos do BNDES a países amigos do PT.
No termo de classificação referente a Angola, por exemplo, Pimentel alegou que a divulgação das condições de financiamento e da estrutura de garantia poderia “prejudicar a negociação de outros financiamentos brasileiros com terceiros países”.
Na verdade, o então ministro queria evitar um escândalo.
Como mostram documentos secretos do MDIC, obtidos por O Antagonista com a agência de dados “Fiquem Sabendo”, o governo petista emprestou bilhões à ditadura de José Eduardo dos Santos a custo quase zero.
No empréstimo de US$ 1 bilhão feito em 2012, o BNDES concedeu prazo de 10 anos (além de período de carência), com taxa de juros Libor + 2% a.a., além de prêmio de seguro com custo de 9,86%.
Em outra linha de crédito adicional de US$ 2 bilhões, contratada no ano seguinte, as condições especiais praticamente se repetiram, com Libor + 2,5% a.a. e 15 anos de prazo.
Fontes de mercado consultadas afirmam que as condições desses empréstimos para Angola são impraticáveis e não cobririam sequer o custo de captação do recurso pelo BNDES.
Link original da matéria:
https://www.oantagonista.com/brasil/caixa-preta-do-bndes-sigilo-escondeu-emprestimos-a-custo-quase-zero-para-angola/?utm_source=oapush&utm_medium=wppush&utm_campaign=post
CAIXA-PRETA DO BNDES:
Pimentel classificou até como ‘ultrasecreto’ documentos sobre empréstimos do BNDES
O medo de expor os absurdos envolvendo a liberação de empréstimos do BNDES para obras em países amigos levou Fernando Pimentel, então ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a proteger “ofícios, notas e pareceres” com o grau máximo de sigilo.
No termo de classificação abaixo, obtido por O Antagonista com a agência de dados “Fique Sabendo”, Pimentel classificou como ultrasecreto todo o lote de “cartas e correspondências oficiais” trocadas com governos estrangeiros, em relação a essas operações de crédito.
O petista alegou que o sigilo máximo era imprescindível “à segurança do Estado e da Sociedade” e que a divulgação dessas informações poderia “por em risco a condução de negociações ou as relações internacionais do país”.
O risco, obviamente, era o de expor as negociatas do PT.
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O petista alegou que o sigilo máximo era imprescindível “à segurança do Estado e da Sociedade” e que a divulgação dessas informações poderia “por em risco a condução de negociações ou as relações internacionais do país”. O risco, obviamente, era o de expor as negociatas do PT.[/caption]
No termo de classificação referente a Angola, por exemplo, Pimentel alegou que a divulgação das condições de Financiamento e da estrutura de garantia poderia “prejudicar a negociação de outros financiamentos brasileiros com terceiros países”. Na verdade, o então ministro queria evitar um escândalo.[/caption]
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No termo de classificação referente a Angola, por exemplo, Pimentel alegou que a divulgação das condições de financiamento e da estrutura de garantia poderia “prejudicar a negociação de outros financiamentos brasileiros com terceiros países”. Na verdade, o então ministro queria evitar um escândalo.[/caption]
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No termo de classificação referente a Angola, por exemplo, Pimentel alegou que a divulgação das condições de financiamento e da estrutura de garantia poderia “prejudicar a negociação de outros financiamentos brasileiros com terceiros países”. Na verdade, o então ministro queria evitar um escândalo.[/caption]
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No termo de classificação referente a Angola, por exemplo, Pimentel alegou que a divulgação das condições de financiamento e da estrutura de garantia poderia “prejudicar a negociação de outros financiamentos brasileiros com terceiros países”. Na verdade, o então ministro queria evitar um escândalo.[/caption]
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No termo de classificação referente a Angola, por exemplo, Pimentel alegou que a divulgação das condições de financiamento e da estrutura de garantia poderia “prejudicar a negociação de outros financiamentos brasileiros com terceiros países”. Na verdade, o então ministro queria evitar um escândalo.[/caption]
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No termo de classificação referente a Angola, por exemplo, Pimentel alegou que a divulgação das condições de financiamento e da estrutura de garantia poderia “prejudicar a negociação de outros financiamentos brasileiros com terceiros países”. Na verdade, o então ministro queria evitar um escândalo.[/caption]
