no Pará e em Rondônia
Moro autoriza uso da Força Nacional de Segurança para combater desmatamento
Ações estão previstas até 31 de outubro e vão ocorrer em cooperação com o Ibama
BRASÍLIA — O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro , autorizou o uso da Força Nacional de Segurança para o combate ao desmatamento ilegal no Pará e em Rondônia.
As ações estão previstas até 31 de outubro e ainda não há definição do efetivo que vai ser empregado. A portaria vai ser publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira.
“Autorizar o emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, em caráter episódico e planejado, nas ações de combate ao desmatamento ilegal da floresta Amazônica , nos locais de alertas de desmatamento identificados pelo sistema Deter/Inpe, no estado do Pará e no estado de Rondônia, em atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, até 31 de outubro de 2019”, diz a portaria.
Em outra frente de atuação, 30 bombeiros da Força Nacional de Segurança saíram de Brasília e chegaram neste sábado a Porto Velho (RO).
A tropa vai auxiliar as Forças Armadas nas ações de combate aos focos de incêndio. A previsão é que a primeira aeronave deslocada para a missão, com capacidade para 12 mil litros d’água, decole às 16h30m na capital de Rondônia.
Até o início da tarde deste sábado, o presidente Jair Bolsonaro já havia autorizado as ações previstas no decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em Roraima, Rondônia e Tocantins .
O Pará também já requisitou formalmente o auxílio das Forças Armadas.
De acordo com o decreto presidencial , os governadores da Amazônia Legal devem requisitar formalmente a ajuda. Em seguida, um despacho presidencial autoriza o auxílio.
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Marco Grillo e Carolina Brígido
Link original da matéria:
https://oglobo.globo.com/sociedade/moro-autoriza-uso-da-forca-nacional-de-seguranca-para-combater-desmatamento-no-para-em-rondonia-23901464
Ainda não há definição do efetivo que vai ser empregado. Foto: Jorge William 22/08/2019 / Agência O Globo[/caption]



