Conteúdo Alessandra Câmara
UNIALFA Goiânia promove grande recepção para 6,5 mil estudantes no início do semestre
Programação especial marca o retorno às aulas e envolve atividades interativas nos três campi da instituição
O início do semestre letivo na UNIALFA Goiânia será marcado por um grande evento de acolhimento e integração nesta terça-feira, 10 de fevereiro.
A programação acontece simultaneamente nas unidades Perimetral, Mutirão e T-1 e deve alcançar cerca de 6.500 estudantes, entre calouros e veteranos. A iniciativa busca criar um ambiente receptivo, dinâmico e conectado à vivência universitária desde o primeiro dia de aula.
Planejada como uma experiência imersiva, a recepção vai além do formato tradicional. A proposta inclui ações voltadas para integração, convivência e aproximação entre alunos de diferentes períodos, além de atividades que estimulam a participação e o contato com a rotina acadêmica.
Durante todo o dia, os campi recebem atividades interativas, como espaços de convivência, ações culturais, atrações musicais, jogos, áreas instagramáveis e registros fotográficos. As ações ocorrem nos turnos matutino e noturno, respeitando a dinâmica de funcionamento de cada unidade.
O evento também conta com ativações de marcas parceiras do Grupo José Alves, que participam com ações voltadas ao lazer, ao bem-estar e à convivência entre os estudantes. As ativações integram a programação como parte da experiência preparada para o início do semestre.
Segundo o coordenador acadêmico e diretor da Escola de Negócios, Saúde e Politécnica da UNIALFA, professor Miranda, o acolhimento logo no começo da vida universitária pode ajudar na adaptação dos alunos.
A universidade precisa ser, desde o primeiro dia, um lugar onde o estudante se sinta bem-vindo.
Um evento de acolhimento diz, na prática:
você pertence a este espaço.
Ajuda a diminuir a ansiedade, a conhecer pessoas, entender a rotina e perceber que existe uma rede pronta para apoiar, afirmou.
Integração entre calouros e veteranos marca a programação
A proposta do evento inclui a aproximação entre estudantes que estão ingressando agora na universidade e aqueles que já vivenciam a rotina acadêmica. A integração entre esses grupos é vista como uma forma de facilitar o acesso a informações, rotinas e experiências do ambiente universitário.
De acordo com o professor Miranda, essa troca pode contribuir para o desenvolvimento acadêmico e pessoal.
O veterano lembra como foi chegar, e o calouro ganha alguém que orienta, dá dicas, escuta, e mostra caminhos de estudo, de organização e até de como lidar com inseguranças, disse.
As atividades distribuídas pelos campi incluem dinâmicas coletivas, jogos interativos e espaços pensados para estimular o contato entre os alunos. A expectativa é de que os estudantes consigam conhecer melhor a estrutura da instituição e ampliar o convívio logo no início do semestre.
Atividades culturais e experiência universitária no primeiro dia
Além das ações de integração, o evento aposta em atividades culturais e interativas como parte da experiência de retorno às aulas. A programação inclui atrações musicais, intervenções culturais e espaços voltados à expressão e ao lazer dos alunos.
Para o coordenador acadêmico, esse tipo de ação pode contribuir para a adaptação à rotina universitária. “A adaptação não é só entender horário de aula; é construir vínculos. Atividades culturais e interativas aproximam, criam memórias boas, dão oportunidade para o aluno se expressar e encontrar ‘o seu lugar’ dentro da universidade”, afirmou.
A iniciativa integra o projeto Open ALFA, que trabalha com pilares como conexão humana, experiência universitária e criação de vínculos desde o primeiro contato do aluno com a instituição. O projeto envolve ações voltadas ao acolhimento, à integração e ao acompanhamento da trajetória acadêmica dos estudantes.
Ainda segundo o professor Miranda, a universidade também atua na formação para além do conteúdo curricular.
Numa Instituição de Ensino Superior, se aprende muito além do conteúdo:
aprende-se a conviver, a respeitar diferenças, a desenvolver autonomia, empatia e responsabilidade.
Isso exige cuidado com o lado emocional, declarou.
Por Alessandra Câmara
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