Farra tucana na UEG:
Dinheiro do Pronatec foi desviado para pagar cabos eleitorais do PSDB
Servidores da UEG possuem documentos acusando o reitor Haroldo Reimer de usar verba do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) para pagar apadrinhados
As entranhas mais podres da gestão da UEG sob o domínio marconista começam a aparecer. Servidores da Universidade circulam
documentos que comprovam que o reitor Haroldo Reimer usou verba do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego
(Pronatec) para pagar apadrinhados seus e de ter usado essa verba para pagar cabos eleitorais nas eleições no ano passado
para quem trabalhasse para o candidato tucano, José Éliton.
O próprio reitor Haroldo Reimer recebe um complemento de R$ 7,5 mil todo mês, o que totaliza R$ 90 mil por ano, como consta
de planilha do Pronatec referente ao pessoal que recebe pela UEG. A assessora direta do reitor, Francielly de Abreu, também
recebe como se trabalhasse para o ensino técnico e tivesse direito a uma remuneração complementar de R$ 3,5 mil.
A ex-chefe de gabinete do reitor, Juliana Oliveira Almada igualmente recebe um complemento generoso de R$ 7 mil. Até mesmo o
marido de Almada, Antônio Sérgio Fidélis de Souza faz parte da farra e recebe R$ 7 mil mensais sem sequer trabalhar na UEG.
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Servidores da UEG possuem documentos acusando o reitor Haroldo Reimer de usar verba do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) para pagar apadrinhados Reprodução Internet[/caption]



