Caiado recua,
Rompe com ACM Neto e muda o jogo político para 2026
Pré-candidatura presidencial implode, governador mira o Senado e Gracinha Caiado entra na disputa federal
O pau quebrou nos bastidores
O que era vendido como “projeto nacional” virou fumaça.
Informações vindas da Bahia apontam um rompimento direto entre Ronaldo Caiado e ACM Neto, encerrando de vez uma pré-candidatura presidencial prematura que não decolou nem dentro do próprio União Brasil.
O estopim teria sido a disputa por comando interno e articulação partidária.
Caiado pressionou para que ACM Neto assumisse a linha de frente da construção nacional.
Do outro lado, resistência, por limites políticos evidentes na Bahia e no partido.
O resultado?
Afastamento, desgaste e ruptura.
Queimou na largada
Há cerca de um ano, Caiado foi a Salvador tentar demonstrar força nacional.
O evento, porém, escancarou o oposto: plateia majoritariamente goiana, ausência de governadores e prefeitos de outros estados e nenhuma adesão relevante de lideranças nacionais.
O “projeto Brasil” morreu ali — só faltava o anúncio oficial.
URGENTE: Caiado fora da corrida presidencial.
Goiano disputará o Senado. pic.twitter.com/gXPQdffym8
— Ricardo Roveran (@RicardoRoveran) January 1, 2026
Rejeição interna e recuo estratégico
Segundo a mesma fonte, a rejeição à pré-candidatura cresceu até dentro do União Brasil.
Sem base, sem capilaridade e sem consenso, Caiado recuou.
O novo plano é pragmático: disputar uma vaga ao Senado, onde sua força regional em Goiás pode render vitória segura em um estado claramente conservador e bolsonarista.
Gracinha entra no tabuleiro
No rearranjo, Gracinha Caiado surge como candidata a deputada federal.
A movimentação sinaliza consolidação de poder em Goiás e abandono definitivo do discurso nacional que não encontrou eco fora das fronteiras goianas.
Leitura política
Não foi apenas um recuo — foi um freio de arrumação.
Caiado percebeu que a fantasia presidencial não se sustentava e voltou ao terreno onde é competitivo.
O rompimento com ACM Neto escancara a verdade incômoda: prestígio regional não se converte automaticamente em projeto nacional.
Em 2026, o governador joga para ganhar — mas em casa.
Por Gildo Ribeiro
Redação 7Minutos — Brasília
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