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O CHORO DOS ANJOS

A Obra que Rasga o Silêncio. E Entrega ao Brasil o Verdadeiro Cinema de Arte. A Voz que Vem do Silêncio

Em O Choro dos Anjos, o cineasta Absair Weston alcança um ponto de maturidade artística raríssimo no cinema brasileiro contemporâneo.

Não é apenas um filme: é um chamado.
Uma ferida exposta.

Com lançamento próximo, O Choro dos Anjos, mais uma vez emociona e provoca a certeza do bemfeito em uma produção inesquecivel de Absair Weston

Um espelho colocado diante de uma cidade inteira Anápolis, o Centro-Oeste, o Brasil para lembrar que nem todo brilho do passado encontra lugar no presente.

Absair, com sua precisão estética e sensibilidade devastadora, entrega ao público uma obra-prima de realismo poético, profundamente humana e corajosa.

Sua câmera não apenas registra: ela acolhe, protege e honra vidas que o tempo tenta apagar.

  • Dois Palhaços. Dois Destinos.
  • Uma Mesma Dor.

Palhaço Florisbelo

O outrora símbolo de alegria para milhares de crianças   hoje com mais de 50, 60 e até 70 anos  surge na obra como um retrato doloroso da memória que insiste em sobreviver.

Sem sanidade plena, dependente dos cuidados dedicados da esposa idosa, Florisbelo só encontra lucidez em um único gesto:

  • Pintar o próprio rosto.
  • É sua ponte com o passado.
  • É seu refúgio.
  • É seu último picadeiro.

Quando Absair filma Florisbelo, não vemos apenas um artista esquecido.

Vemos um homem em luta contra o próprio desaparecimento.

Palhaço Aquarela

Palhaço Aquarela,  agora um senhor de mais de 60 anos  tenta sobreviver em um mundo que não reconhece mais sua arte.

  • O circo acabou.
  • As risadas se foram.
  • A tecnologia engoliu a poesia.
  • Ele busca emprego.
  • Qualquer emprego.
  • Mas encontra sempre a mesma resposta:
  • “Muito velho.”
  • “Desatualizado.”
  • “Sem qualificação.”

Em silêncio, Aquarela carrega o peso de ter dedicado a vida inteira a uma arte que desapareceu sem lhe pedir desculpas.

E Absair registra tudo isso com respeito absoluto — sem sensacionalismo, sem exagero, sem crueldade.

  • A câmera observa.
  • A dor fala por si.

Um Filme que Excede o Cinema

  • A produção de O Choro dos Anjos é descrita, em Anápolis, como algo jamais visto:
  • Edição de altíssima precisão, digna de festivais internacionais.
  • Iluminação pictórica, que transforma cada rosto em pintura.
  • Som limpo e emocional, que conduz a narrativa como um sussurro inevitável.
  • Estética autoral brasileira, sofisticada e visceral.
  • Realismo poético, sem filtros, sem máscaras.

Absair Weston, mais uma vez, ultrapassa o óbvio e oferece ao público um filme que não busca o comercial mas o eterno.

O Mundo que se Apaga. A Arte que Ressoa.

O filme narra a decadência do circo tradicional, vítima da modernidade e da velocidade digital.
O universo que antes pulsava com acrobacias, risos e fanfarras agora se reduz a ruínas, memórias e saudade.

As lágrimas aparecem não como espetáculo, mas como linguagem.

Como verdade.

Em cada cena, Absair nos lembra que a arte não morre quando não é mais vista — morre quando não é mais lembrada.

Por Que “O Choro dos Anjos”?

  • Porque os anjos, aqui representados pelos palhaços,
    choram quando ninguém mais ri.
  • Choram quando não há mais plateia.
  • Choram quando sua arte é engolida pelo tempo.
  • E sua lágrima é a última forma de resistência.

Absair Weston    O Cineasta que Ouve o que o Mundo Silenciou

Absair não apenas dirige:

  • ele resgata.
  • Ele devolve dignidade.
  • Ele oferece aos seus espectadores a oportunidade rara de sentir o que está sendo perdido diante de nossos olhos.

Sua obra é um presente para os amantes do cinema de verdade.

E um tributo eterno aos artistas esquecidos.

Enfim. Um Filme Para Ser Sentido, Não Apenas Assistido

O Choro dos Anjos não é entretenimento.

  • É testemunho.
  • É denúncia.
  • É poesia.
  • É memória viva.

E, acima de tudo:

é uma homenagem profunda ao Palhaço Aquarela, ao Palhaço Florisbelo e a todos os artistas que deram alegria a gerFlorisbelo e a todos os artistas que deram alegriaações — e que hoje lutam para sobreviver em um mundo que mudou rápido demais.

Absair Weston entrega ao Brasil uma obra que ficará marcada na história.

Um filme que faz o público chorar não pela tristeza, mas pela verdade.
Agora coloca ai

O talentoso elenco, que inclui :

Liomar Veloso como o Palhaço Aquarela

Gildo Ribeiro  como o Palhaço Florisbelo e a todos os artistas que deram alegria nessa produçao impecável de Absair Weston

Por Gildo Ribeiro

Editoria Portal 7Minutos

 

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Liomar Veloso como o Palhaço Aquarela
É uma homenagem profunda ao Palhaço Aquarela, ao Palhaço Florisbelo
Palhaço Aquarela,  agora um senhor de mais de 60 anos

Palhaço Aquarela

Palhaço Florisbelo
O CHORO DOS ANJOS A Obra que Rasga o Silêncio. 
O Choro dos Anjos, mais uma vez emociona e provoca a certeza do bemfeito em uma produção inesquecivel de Absair Weston
Não é apenas um filme: é um chamado.   Uma ferida exposta.
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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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