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MEI cresce em Goiás, mas enfrenta desafios

Estudo do Sebrae revela avanços e aponta necessidade de políticas de apoio como capacitação, crédito e acesso à digitalização para microempreendedores individuais

O mais recente estudo do Sebrae Goiás sobre os microempreendedores individuais (MEIs), mostra que o segmento continua em expansão no Brasil e no estado, consolidando-se como uma das principais portas de entrada para o empreendedorismo.

Segundo o “Perfil do MEI em Goiás – 2026”,o número de formalizações segue em alta, refletindo a busca por autonomia financeira e alternativas diante das dificuldades do mercado de trabalho.

O diretor superintendente do Sebrae Goiás, Antônio Carlos de Souza Lima Neto, destaca a importância do MEI para a economia nacional.

O microempreendedor individual é hoje um dos pilares da geração de renda e da inclusão produtiva.

Precisamos garantir que esse modelo continue sendo sustentável e capaz de oferecer condições de crescimento, afirma.

Ele reforça o papel estratégico do MEI não apenas como solução individual, mas como política pública de impacto coletivo.

O estudo mostra que o estado reúne mais de 634 mil MEIs formalizados, dos quais mais de 518 mil estão ativos.

Isso representa mais da metade (54%) do universo dos pequenos negócios goianos, consolidando o MEI como peça-chave na geração de renda e dinamização da economia local.

O relatório mostra que os MEIs estão principalmente no setor de Serviços (55%), seguido por Comércio (25%), Indústria (10%), Construção (9%) e Agricultura (1%).

Os municípios goianos com maior quantitativo de MEIs ativos estão com forte concentração em Goiânia e na Região Metropolitana, seguidos por Anápolis, Rio Verde e Valparaíso de Goiás.

A maioria de empresas cadastradas como microempreendedores individuais é de homens, 56%, enquanto as mulheres somam 44%. Beleza, alimentação, comércio de vestuário, publicidade e transporte são as atividades mais comuns.

Em relação à dinâmica empresarial, o tempo médio de vida de um MEI em Goiás é de 3,2 anos. Já a taxa de mortalidade desses empreendimentos é de 59% em cinco anos.

Os dados apresentados no relatório reforçam a contribuição do MEI para a formalização de empreendedores.

Milhares de brasileiros encontraram no modelo uma forma de garantir direitos previdenciários e acesso a benefícios, além de ampliar a competitividade de seus negócios.

Essa formalização é fundamental para reduzir desigualdades e fortalecer a economia goiana.

O estudo pode ser baixado gratuitamente aqui:

LOJA VITUAL SEBRAE – GOIÁS

Por Leidiana Batista

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    Leidiana Batista

    Jornalista com experiência nas principais áreas da comunicação, TV; Rádio, internet; impresso e assessoria de imprensa. Formou-se pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e especializou-se em comunicação empresarial. Foi voluntária no Rotary Club Anápolis Jaiara, onde atuou na área de Imagem Pública. Foi editora de texto na TV Anhanguera (Globo) e nas assessorias de comunicação do Porto Seco Centro Oeste e Associação Comercial e Industrial de Anápolis (ACIA). Atualmente faz assessoria de comunicação e marketing e gerente de projetos na Orman D&B.

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