O RISO QUE O BRASIL ESQUECEU:
O CHORO QUE AGORA ECOA EM ANÁPOLIS
Há histórias que não desaparecem. Elas apenas ficam em silêncio — esperando alguém ter coragem de escutá-las.
E é exatamente isso que chega a Anápolis no próximo dia 07 de maio: um filme que não pede atenção… ele exige sentimento.
A pré-estreia de O Choro dos Anjos acontece no tradicional Cine Sibassolly e promete ser muito mais que uma sessão de cinema.
Será um confronto.
- Um Filme que Não Entretem
- Ele Desperta
Dirigido por Absair Weston, O Choro dos Anjos não segue fórmulas, não busca aplausos fáceis e muito menos se curva ao comercial.
É cinema de verdade.
- Daqueles que incomodam.
- Daqueles que fazem pensar.
- Daqueles que ficam.
A obra mergulha no realismo poético com uma sensibilidade rara, expondo aquilo que muita gente prefere não ver:
- o destino dos artistas que fizeram gerações sorrirem…
- e hoje lutam para não serem esquecidos.
- Dois Palhaços. Uma Verdade Incômoda.
No centro da narrativa estão dois personagens que representam mais do que histórias individuais são símbolos de um país que consome arte, mas abandona artistas.
Palhaço Aquarela, interpretado por Liomar Veloso
Palhaço Florisbelo, vivido por Gildo Ribeiro
Ambos carregam o peso de um passado brilhante e um presente invisível.
Aquarela busca trabalho… e encontra portas fechadas.
Florisbelo luta contra o esquecimento… e só se reencontra ao pintar o próprio rosto.
- Não há exagero.
- Não há drama forçado.
- A dor está ali crua, silenciosa, inevitável.
O Brasil Diante do Espelho
- O filme vai além do circo.
- Ele fala sobre memória.
- Sobre abandono.
Sobre o tempo que passa rápido demais… e leva junto quem construiu nossa cultura.
Inspirado, entre outras referências, na trajetória de Benjamim de Oliveira, o longa provoca uma pergunta que fica ecoando:
- O que acontece com quem dedicou a vida à arte… quando o mundo decide não olhar mais?
- Não é só sobre o passado.
- É sobre agora.
Uma Produção que Eleva o Cinema Nacional
Quem assistir não vai encontrar apenas uma boa história.
Vai encontrar:
- Fotografia que transforma cada cena em pintura
- Edição precisa, digna de festivais internacionais
- Um som que não invade — sussurra
- Uma estética autoral brasileira, forte, corajosa e visceral
Absair Weston não entrega apenas um filme.
- Ele entrega um registro emocional de um Brasil que poucos têm coragem de mostrar.
- Mais do que um Filme Um Chamado
O Choro dos Anjos não é entretenimento passageiro.
- É memória viva.
- É denúncia.
- É homenagem.
É um lembrete incômodo de que enquanto houver um artista esquecido… o silêncio nunca será apenas silêncio.
📍 PRÉ-ESTREIA EM ANÁPOLIS
📅 07 de maio
📍 Cine Sibassolly
📍 Praça Bom Jesus — Anápolis
Prepare-se.
Porque esse não é um filme só para assistir.
É um filme para sentir.
E sinta se convidado ….
Por Gildo Ribeiro
Editoria de Cinema Portal 7Minutos
Perdidos no tempo
O último ato do palhaço triste
O Portal 7Minutos deseja a todos um bom dia pic.twitter.com/76cDh70cEI
— 7Minutos Notícias (@7minutos_news) December 15, 2025
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