GUERRA, PODER E SANGUE:
Mojtaba Khamenei, o novo líder do Irã surge ferido e escondido após morte do pai em ataque devastador
Pentágono afirma que sucessor do aiatolá está “desfigurado”, enquanto guerra no Oriente Médio escala e ameaça o petróleo mundial
O poder no Irã mudou de mãos — mas não de forma tranquila, silenciosa ou institucional.
Mudou no meio de uma guerra brutal, entre explosões, mísseis e suspeitas de um ataque que eliminou o líder mais poderoso do país.
O novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, assumiu o comando após a morte de seu pai, Ali Khamenei, em um ataque ocorrido no início da atual guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e o regime de Teerã.
Mas o que deveria ser uma transição de poder virou um mistério político e militar.
Segundo o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, o novo líder não apenas foi atingido durante os ataques — ele estaria ferido e provavelmente desfigurado, escondido em local secreto.
E a pergunta que paira sobre o Oriente Médio é simples:
Quem realmente está governando o Irã agora?
O líder que ninguém vê
Desde que foi escolhido como sucessor do pai, Mojtaba Khamenei não apareceu em público uma única vez.
Seu primeiro pronunciamento como líder supremo foi divulgado apenas em forma de texto, lido por um apresentador da televisão estatal — sem áudio, sem vídeo e sem qualquer prova visual de que ele está realmente em condições de governar.
Para o Pentágono, isso não é coincidência.
Durante coletiva em Washington, Pete Hegseth foi direto:
Sabemos que o chamado líder supremo está ferido e provavelmente desfigurado.
Seu pai está morto.
Ele está assustado e escondido.
A declaração elevou a tensão internacional e colocou ainda mais dúvidas sobre a estabilidade do regime iraniano.
A morte que mudou o Oriente Médio
A atual crise começou em 28 de fevereiro, quando um grande ataque militar atingiu a residência do aiatolá Ali Khamenei, líder do Irã desde 1989.
O ataque matou o líder religioso e político e desencadeou uma corrida imediata pela sucessão no regime.
Dias depois, a Assembleia de Especialistas do Irã escolheu Mojtaba Khamenei como novo líder supremo.
Mas ele também teria sido atingido no mesmo bombardeio.
Diplomatas iranianos admitiram que Mojtaba sofreu ferimentos nas pernas, braços e mãos, embora insistam que ele continua vivo e capaz de governar.
Ainda assim, sua ausência pública levanta suspeitas dentro e fora do país.
Guerra total e ameaça ao petróleo mundial
Enquanto a liderança iraniana parece abalada, os combates continuam.
Os Estados Unidos afirmam ter atingido mais de 15 mil alvos militares iranianos desde o início da ofensiva, incluindo fábricas de mísseis e centros de tecnologia militar.
Do outro lado, o Irã responde com drones, mísseis e ameaças estratégicas.
Entre elas, uma das mais graves:
- fechar o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial.
Se isso acontecer, o impacto pode ser imediato:
- explosão no preço do petróleo, crise energética global e mais tensão entre as potências.
O que ninguém diz em voz alta
Por trás de toda essa guerra existe uma pergunta incômoda.
- Se o líder supremo do Irã está ferido, escondido ou incapacitado…
- quem realmente está tomando as decisões em Teerã?
Analistas apontam três possibilidades:
- generais da Guarda Revolucionária
- líderes religiosos do regime
- ou uma junta militar improvisada durante a guerra
Enquanto isso, fotos divulgadas pela propaganda iraniana já foram acusadas de manipulação digital, alimentando ainda mais teorias sobre o verdadeiro estado do líder.
Um regime ferido… ou apenas mais perigoso?
Historicamente, regimes autoritários costumam reagir de duas formas quando parecem enfraquecidos:
1️⃣ recuam e negociam
2️⃣ se tornam ainda mais agressivos
No caso do Irã, a segunda hipótese parece cada vez mais provável.
Com a liderança ferida, a economia sob pressão e a guerra em curso, o regime pode apostar na escalada militar para sobreviver politicamente.
E isso significa uma coisa:
O mundo pode estar assistindo apenas ao primeiro capítulo de uma crise muito maior.
Por Gildo Ribeiro
Redação 7Minutos — Brasília
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