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Escola proíbe alunos de dizer “mamãe” e “papai”: “linguagem de ódio”

“A Grace Church School, que cobra US $ 57.000 para alunos do jardim de infância ao 12º ano, publicou um guia de 12 páginas dirigido à comunidade escolar que proíbe uma série de palavras, frases e até mesmo ideias”, informou o Daily Wire.

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Escola proíbe alunos de dizer “mamãe” e “papai”: “linguagem de ódio”.“A Grace Church School, que cobra US $ 57.000 para alunos do jardim de infância ao 12º ano, publicou um guia de 12 páginas dirigido à comunidade escolar que proíbe uma série de palavras, frases e até mesmo ideias”, informou o Daily Wire.

Na cidade de Manhattan, no estado americano de Nova Iorque, uma escola de elite soltou um guia que pretende reformular a linguagem usada em seu espaço, sob o pretexto de combater expressões de ódio que podem ferir “minorias”.

“A Grace Church School, que cobra US $ 57.000 para alunos do jardim de infância ao 12º ano, publicou um guia de 12 páginas dirigido à comunidade escolar que proíbe uma série de palavras, frases e até mesmo ideias”, informou o Daily Wire.

O guia (clique neste link: https://pdfhost.io/v/MSUTbDaqD_GCS_Inclusive_Language_Guide_21pdf.pdf ) lista os motivos e obrigações a que alunos e funcionários da escola devem obedecer:

“O objetivo deste guia é fornecer à comunidade uma linguagem mais inclusiva que esteja alinhada com a missão da Grace Church School. Embora reconheçamos que a questão da linguagem odiosa que promove o racismo, misoginia, homofobia e outras formas de discriminação já são abordadas em nossos manuais escolares, também reconhecemos que podemos fazer mais do que proibir a linguagem odiosa; podemos usar a linguagem para criar espaços acolhedores e inclusivos. Este guia aborda maneiras de remover suposições prejudiciais da maneira como interagimos uns com os outros. As famílias são formadas e estruturadas de várias maneiras. Na Grace Church School, usamos uma linguagem inclusiva que reflete essa diversidade. É importante evitar fazer suposições sobre com quem as crianças vivem, quem cuida delas, se dormem no mesmo lugar todas as noites, se veem os pais, etc.”

Na página 3 do documento, a escola propõe que, em vez de se usar “mom” (mamãe) e “dad” (papai), deve-se aplicar termos como “grown-ups” (adultos), “folks” (pessoal) ou “family” (família) de forma genérica.

O manual também promove a ideologia de gênero ao orientar os alunos que:

“A identidade de gênero se refere ao senso individual de seu próprio gênero. Frequentemente, a identidade de gênero de um indivíduo corresponde ao seu sexo atribuído no nascimento (cisgênero), mas às vezes não (transgênero/ não-binário). A expressão de gênero é como um indivíduo escolhe expressar sua identidade de gênero.”

Para a ideologia de gênero, defendida pelos progressistas, cada um pode escolher trocar de gênero ao longo da vida – daí a expressão gênero fluido -, pouco importando o sexo biológico com que a pessoa nasceu.

By Julio Gonzaga
Advogado graduado pelo Centro Universitário Eurípides de Marília – UNIVEM. Pesquisador principalmente em temas relacionados à guerra cultural nos Estados Unidos e os efeitos danosos do ativismo judicial para a democracia.

Link original da matéria:
https://www.estudosnacionais.com/31329/escola-proibe-alunos-de-dizer-mamae-e-papai-linguagem-de-odio-2/

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