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Representa a inteligência artística

GOIÁS TEM UM TENOR PARA CHAMAR DE SEU E O BRASIL PRECISA OUVIR ISSO

Tenor lírico, maestro, professor, diretor artístico e criador de grandes projetos culturais, Adriano Pinheiro não representa apenas a música clássica.

Em um tempo em que tantos talentos brasileiros precisam sair do próprio Estado para serem reconhecidos, Goiás possui um nome que rompeu fronteiras, conquistou respeito internacional e elevou a cultura goiana aos grandes palcos do mundo:   

Adriano Pinheiro.

Tenor lírico, maestro, professor, diretor artístico e criador de grandes projetos culturais, Adriano Pinheiro não representa apenas a música clássica.

Ele representa a inteligência artística de Goiás, a força cultural brasileira e a capacidade que um goiano possui de emocionar plateias em Nova York, Lisboa, Roma, Paris, Espanha, Grécia, México, Argentina e Estados Unidos.

Formado pela prestigiada Manhattan School of Music, doutor pela Universidade de Aveiro e atualmente professor da Universidade Federal de Goiás, Adriano construiu uma carreira que poucos brasileiros alcançaram no universo da ópera internacional.

Mas talvez o mais impressionante não seja apenas o currículo.

O mais impressionante é que, depois de conquistar o mundo, ele decidiu voltar para Goiás.

  • Voltou para construir.
  • Voltou para ensinar.
  • Voltou para transformar Goiânia em referência internacional da ópera e do canto lírico.

E é exatamente aqui que começa um capítulo que merece atenção urgente das grandes instituições, empresários, patrocinadores e líderes culturais do Estado.

UM PROJETO QUE PODE COLOCAR GOIÂNIA NO MAPA INTERNACIONAL DA ÓPERA

Adriano Pinheiro prepara um dos projetos culturais mais ambiciosos da história recente de Goiás:

o Concurso Internacional de Canto Lírico Adriano Pinheiro e o Festival Internacional de Ópera de Goiânia.

  • Não se trata de um evento pequeno.
  • Não é uma apresentação isolada.
  • É uma verdadeira operação cultural internacional.

Grandes nomes já estão ligados ao projeto.

  • Maestros reconhecidos.
  • Cantores internacionais.
  • Diretores de ópera europeus.
  • Produções de altíssimo nível.
  • Orquestra.
  • Coral.
  • Ópera completa.

Entre as montagens previstas está a monumental ópera Carmen, de Georges Bizet, dirigida pelo renomado diretor italiano Cesare Lieve, com participações de artistas de renome internacional como Carla Rizzi, Licio Bruno e o próprio Adriano Pinheiro no papel de Don José.

O projeto ainda reúne a Sinfônica UFG, o Coro Sinfônico e o maestro Alexandre Muratore, além de produções inéditas que valorizam a memória cultural brasileira.

Tudo isso acontecendo em Goiás.

Sim, em Goiás.

E AGORA SURGE UMA PERGUNTA INEVITÁVEL:

Como um projeto desse tamanho ainda busca um teatro adequado para acontecer?

Como um artista que já levou o nome de Goiás para o mundo ainda precisa bater de porta em porta atrás de apoio cultural?

 

A resposta talvez revele uma oportunidade histórica.

 

A PUC PODE ENTRAR PARA A HISTÓRIA CULTURAL DE GOIÁS

  • Existe um momento em que instituições deixam de apenas existir e passam a marcar gerações.

Talvez este seja o momento da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

O teatro da PUC surge hoje como um dos espaços ideais para receber um evento dessa magnitude.

  • Pela estrutura,
  • pela importância acadêmica e
  • pela representatividade cultural, a universidade tem a chance de se tornar protagonista de um movimento artístico internacional que poderá colocar Goiânia definitivamente na rota mundial da ópera.

Não seria apenas a cessão de um espaço.

Seria um gesto histórico de valorização da cultura goiana.

  • Um investimento em jovens talentos.
  • Uma defesa da arte brasileira.
  • Uma parceria capaz de ecoar internacionalmente.

Quantos Estados brasileiros possuem um tenor com a trajetória de Adriano Pinheiro?

  • Quantos possuem um projeto internacional já articulado?
  • Quantos têm artistas com trânsito em teatros europeus, americanos e latino-americanos organizando um festival dessa dimensão dentro de casa?
  • Goiás possui.

E talvez tenha chegado a hora de Goiás reconhecer plenamente isso.

O QUE ESTÁ EM JOGO NÃO É APENAS UM EVENTO

  • O que está em jogo é legado.
  • É mostrar aos jovens músicos que não precisam abandonar suas origens para sonhar grande.
  • É provar que Goiânia pode produzir cultura erudita de nível internacional.

É abrir portas para novos cantores, instrumentistas, maestros e profissionais da arte.

Quando Adriano Pinheiro organiza um festival internacional, ele não está pensando apenas em aplausos.

  • Ele está construindo futuro.
  • E grandes projetos não nascem apenas do talento de um homem.
  • Eles nascem quando instituições, empresários, patrocinadores e lideranças entendem o tamanho da oportunidade diante deles.

A pergunta agora é simples:

Quem terá visão para caminhar ao lado desse projeto antes que o Brasil inteiro descubra primeiro aquilo que Goiás já deveria estar celebrando há muito tempo?

 

 

Por Gildo Ribeiro
Editoria Especial de Personalidades de Alto Nível
Redação Portal 7Minutos

 

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Adriano Pinheiro.   Tenor lírico, maestro, professor, diretor artístico e criador de grandes projetos culturais,
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Adriano Pinheiro.   Tenor lírico, maestro, professor, diretor artístico e criador de grandes projetos culturais,
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Adriano Pinheiro não representa apenas a música clássica. Ele representa a inteligência artística de Goiás,
Adriano Pinheiro não representa apenas a música clássica. Ele representa a inteligência artística de Goiás,
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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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