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A ONU VIROU UM PALCO?

A ORGANIZAÇÃO QUE PROMETEU A PAZ MUNDIAL AGORA É ACUSADA DE SILÊNCIO, PARALISIA E GUERRA IDEOLÓGICA

A dúvida deixou de ser teoria conspiratória. Virou debate público. Virou pauta diplomática. Virou desconforto dentro dos próprios Estados Unidos.

 

Em 1945, o mundo saía das cinzas da Segunda Guerra Mundial carregando uma promessa: nunca mais.

  • Nunca mais genocídios.
  • Nunca mais guerras globais.
  • Nunca mais líderes brincando de deuses enquanto milhões morriam em silêncio.

Foi dessa promessa que nasceu a Organização das Nações Unidas.

Mas 81 anos depois, uma pergunta ecoa nos bastidores da política internacional  e agora começa a ganhar força entre milhões de cidadãos comuns:

A ONU ainda serve para alguma coisa?

Ou pior:

Ela se transformou em um gigante burocrático, caro, seletivo e ideologicamente alinhado apenas aos interesses de uma elite política global?

  • A dúvida deixou de ser teoria conspiratória.
  • Virou debate público.
  • Virou pauta diplomática.
  • Virou desconforto dentro dos próprios Estados Unidos.

 

E talvez o nome mais explosivo nesse debate seja o do atual presidente americano, Donald Trump.

Trump nunca escondeu sua irritação com a ONU.

Durante seus mandatos e discursos recentes, atacou organismos multilaterais, questionou financiamento americano e classificou diversas instituições globais como ferramentas de pressão ideológica contra soberanias nacionais.

Nos bastidores de Washington, já existem parlamentares conservadores defendendo algo impensável décadas atrás:

  • A expulsão da ONU do território americano.
  • Sim. A sede que hoje ocupa Manhattan poderia, no futuro, deixar os Estados Unidos.

 

E quando essa possibilidade começa a ser discutida seriamente dentro da maior potência militar do planeta… o mundo percebe que algo está quebrado.

A ONU FALA MUITO… MAS RESOLVE O QUÊ?

A verdade que incomoda diplomatas é simples:

A ONU se tornou especialista em discursos.

  • Declarações.
  • Notas de repúdio.
  • Conferências.
  • Cúpulas.
  • Painéis.
  • Debates.
  • Reuniões emergenciais.

Enquanto isso, guerras continuam explodindo.

  • Crianças continuam morrendo.
  • Cristãos continuam sendo massacrados na África.
  • Mulheres seguem escravizadas por grupos terroristas.

E populações inteiras vivem abandonadas enquanto diplomatas trocam frases ensaiadas em auditórios luxuosos.

O caso do Congo virou símbolo dessa contradição brutal.

Enquanto líderes da ONU encontravam tempo para criticar governos conservadores como os de Javier Milei, Nayib Bukele e Donald Trump, milhares de cristãos africanos eram assassinados quase sem repercussão global.

  • Onde estavam os gritos indignados?
  • Onde estavam as sanções?
  • Onde estavam as resoluções urgentes?
  • Onde estavam os especialistas em “direitos humanos”?
  • O silêncio ensurdeceu.

O MAIOR PROBLEMA DA ONU TEM CINCO NOMES

Existe um detalhe que transforma a ONU em uma estrutura quase impotente:

  • Estados Unidos.
  • Rússia.
  • China.
  • França.
  • Reino Unido.

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança possuem o chamado “poder de veto”.

Na prática?

  • Um único país pode impedir decisões globais mesmo diante de massacres humanitários.
  • A consequência é devastadora.

Quando interesses geopolíticos entram em jogo, a ONU simplesmente trava.

  • Foi assim na Síria.
  • Foi assim na Ucrânia.
  • Foi assim em Gaza.
  • Foi assim em dezenas de conflitos ignorados pela mídia internacional.

A pergunta inevitável surge:

  • Como uma organização criada para impedir guerras aceita que seus membros mais poderosos possam bloquear qualquer reação contra guerras?
  • É como criar um tribunal onde o acusado pode cancelar o próprio julgamento.

A ONU VIROU UM INSTRUMENTO IDEOLÓGICO?

  • Essa é a acusação mais pesada.
  • E também a que mais cresce no Ocidente.

Críticos afirmam que a ONU deixou de atuar como árbitro internacional e passou a funcionar como plataforma ideológica de agendas progressistas globais.

Enquanto regimes autoritários seguem intocados, países democráticos e conservadores recebem pressão constante sobre temas culturais, imigração, clima, gênero, soberania e economia.

O contraste irrita milhões de pessoas.

Ditaduras sangrentas seguem ocupando cadeiras em conselhos internacionais enquanto nações democráticas são constrangidas em nome de “padrões globais”.

A incoerência virou combustível político.

E foi exatamente nesse vácuo que líderes nacionalistas cresceram.

  • Trump nos EUA.
  • Milei na Argentina.
  • Bukele em El Salvador.
  • Movimentos soberanistas na Europa.

 

Todos explorando a mesma narrativa:

  • A ONU não representa mais os povos. Representa burocratas internacionais.
  • A ORGANIZAÇÃO QUE NÃO CONSEGUE IMPEDIR NEM OS PRÓPRIOS MEMBROS
  • Talvez o exemplo mais humilhante para a ONU tenha sido a invasão da Ucrânia pela Rússia.
  • Um membro permanente do Conselho de Segurança iniciou uma guerra… e usou seu próprio veto para impedir punições efetivas.
  • O sistema entrou em colapso diante das câmeras do mundo.
  • A organização criada para manter a paz mostrou que não consegue conter nem aqueles que mandam nela.

E então surge a pergunta mais perigosa de todas:

  • A ONU ainda é uma instituição funcional… ou apenas um teatro diplomático extremamente caro?
  • O CUSTO DE UMA MÁQUINA GIGANTESCA
  • A ONU movimenta bilhões.
  • Possui agências espalhadas pelo planeta.
  • Emprega milhares de funcionários.
  • Promove conferências globais gigantescas.

Mas críticos perguntam:

  • Quanto desse dinheiro realmente impede guerras?
  • Quanto salva vidas?
  • Quanto se perde em burocracia?
  • Quantas reuniões produzem apenas relatórios que ninguém cumpre?

A percepção pública mudou.

Antes, questionar a ONU era tratado como radicalismo.

Hoje, virou conversa comum entre parlamentares, analistas e até ex-diplomatas.

E SE A ONU ACABASSE AMANHÃ?

  • Essa hipótese parece extrema.
  • Mas vale o exercício.
  • O mundo mergulharia no caos?
  • Ou apenas perceberíamos que muitas decisões importantes já acontecem sem ela?

A verdade desconfortável é que os grandes conflitos modernos raramente são resolvidos pela ONU.

  • As grandes potências negociam diretamente.
  • Blocos econômicos impõem sanções próprias.
  • Alianças militares decidem guerras.
  • Enquanto isso, a ONU frequentemente observa… comenta… lamenta… e publica resoluções sem força prática.

Ainda assim, defensores da organização alertam:

  • Sem a ONU, o planeta perderia o principal fórum global de diálogo diplomático.
  • E talvez esse seja justamente o ponto central.
  • A ONU ainda existe não porque resolve tudo…

Mas porque o mundo ainda teme o que pode acontecer sem nenhuma mesa de negociação internacional.

O PROBLEMA NÃO É APENAS A ONU

O PROBLEMA É O MODELO DE PODER GLOBAL

 

A crise da ONU revela algo maior:

  • O mundo criado após 1945 envelheceu.
  • As regras continuam praticamente as mesmas.
  • Os donos do veto continuam os mesmos.
  • As estruturas continuam as mesmas.

Mas o planeta mudou.

  • Novas potências surgiram.
  • Novas guerras nasceram.
  • O terrorismo mudou.
  • A tecnologia mudou.
  • A informação mudou.

E a ONU parece presa em um museu diplomático do século passado.

A PERGUNTA FINAL QUE O MUNDO COMEÇA A FAZER

  • Talvez a ONU ainda seja necessária.
  • Talvez não.
  • Talvez precise apenas de reformas profundas.
  • Ou talvez esteja vivendo seus últimos anos como potência moral global.

Mas existe uma dúvida que agora atravessa fronteiras, parlamentos e populações inteiras:

Até onde o mundo precisa de uma ONU que parece incapaz de impedir guerras… mas extremamente eficiente em produzir discursos?

E mais:

Quando uma instituição internacional começa a perder a confiança das próprias nações que a sustentam… quanto tempo ela ainda consegue sobreviver?

 

Por Gildo Ribeiro
Editoria de Política  Redação 7Minutos — Brasília

 

 

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A ostentação no caos mundial
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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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