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Coincidência? Coincidência?

O pedido de CPI para investigar o vazamento das mensagens

Entre Moro e integrantes da Lava Jato

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A casa onde o israelense Tal Prihar, 37 anos, morava com a mulher e os quatro filhos, na QL 22 do Lago Sul, foi cenário de um episódio marcante na política brasileira. Em agosto de 2015, policiais foram ao mesmo local deter o antigo morador: o ex- ministro José Dirceu.JP Rodrigues/Metrópoles

O Antagonista obteve em primeira mão o pedido de CPI para “investigar a interceptação e violação de sigilo de dispositivos celulares” de Sergio Moro e integrantes da força-tarefa da Lava Jato.

O requerimento, de autoria dos deputados Filipe Barros e Carlos Jordy, ambos do PSL, defende que

“cabe à Câmara dos Deputado apurar possíveis mandantes, executores e beneficiados com o crime em comento”.

“Os dados obtidos de maneira ilícita violam a privacidade dos, mas se mostram ainda mais graves por terem relação direta com pessoas responsáveis pela Operação Lava Jato – a maior operação anticorrupção da história do Brasil”, diz outro trecho do pedido.

E mais:

“Importante ressaltar que o ataque não foi um roubo simples de dados, como ocorre com pessoas comuns. O ataque foi direcionado aos principais atores que investigam e processam as mais altas autoridades na Operação Lava Jato.”

Confira AQUI a íntegra do requerimento, que precisa da assinatura de 171 deputados para ser protocolado.

https://cdn.oantagonista.net/uploads/2019/06/CPI.pdf

Hacker israelense vivia em casa usada por Dirceu

Denuncias em redes sociais:   

Juntemos os pontos:
Maio/2019 –

O Hacker israelense Tal Prihar é preso em operação conjunta entre Polícia Federal e FBI.

A casa do Hacker ficava em Brasília.
Coincidência?
A casa do Hacker era antiga casa do Dirceu.
Coincidência?
O Hacker em pouco “tempo” levantou U$15 milhões.

Junho/2019 –

O site The Intercept Brasil do jornalista de esquerda Glenn Greenwald (amigo do presidiário Lula), “misteriosamente” aparece com transcrições dos celulares de procuradores e juízes da maior operação de combate ao crime organizado que este país já viu.

Apenas 1h… digo UMA HORA depois, os advogados do Lula, já fala em soltura de seu cliente com base em conversas interceptadas por um hacker.

“Coincidências” demais.

E o mais inacreditável, é ver gente torcendo contra o Brasil, a favor da manutenção dos absurdos e roubos de antes.

Hacker israelense vivia em casa usada por Dirceu

Tal Prihar, o hacker israelense que foi preso em operação conjunta do FBI com a Polícia Federal,
alugava uma casa em Brasília que foi usada por José Dirceu.

Sobre a casa :

Há cerca de um ano, o mesmo imóvel transformou-se em base de um criminoso procurado por investigadores dos Estados Unidos, da Alemanha e de Israel.

Da mansão, Tal Prihar coordenou cerca de 40 mil transações ilegais realizadas por meio de seu site na dark web – camada da internet que não pode ser acessada por meio de mecanismos de busca comuns, como o Google.

A atividade clandestina permitiu que ele acumulasse 15 milhões de dólares em bitcoins.

O ex-ministro entregou o imóvel para a proprietária em 2015, depois de ser preso.

Em parceria com FBI e Europol, a Polícia Federal prendeu ontem um hacker israelense que usava a Dark
Web para cometer crimes, como lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e armas.

O investigado foi preso no aeroporto Charles de Gaulle (França).

A PF também cumpriu mandado de busca e apreensão em sua casa, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.
Foram apreendidos dispositivos utilizados para a guarda de criptomoedas e R$ 200 mil em espécie
(moeda estrangeira e reais).

Segundo a PF, que teve o apoio do FBI nas investigações, o israelense

“administrava sítio na internet que servia como indexador dos principais mercados ilegais da Dark Web e era utilizado para educar os usuários sobre como comprar produtos e drogas online de forma segura”.

Ele recebia percentual sobre cada transação ilícita.

Em outubro do ano passado, o israelense também foi alvo de outra investigação da PF, sobre
pornografia infantil. Na ocasião, os agentes apreenderam em sua casa R$ 1 milhão em espécie (moeda
estrangeira e reais), além de notebooks e smartphones.

FBI e PF deflagram operação contra hacker israelense que morava em Brasíli

A PF também cumpriu mandado de busca e apreensão em sua casa, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.
Foram apreendidos dispositivos utilizados para a guarda de criptomoedas e R$ 200 mil em espécie
(moeda estrangeira e reais).

Segundo a PF, que teve o apoio do FBI nas investigações, o israelense “administrava sítio na
internet que servia como indexador dos principais mercados ilegais da Dark Web e era utilizado para
educar os usuários sobre como comprar produtos e drogas online de forma segura”.

Ele recebia percentual sobre cada transação ilícita.

Em outubro do ano passado, o israelense também foi alvo de outra investigação da PF, sobre
pornografia infantil. Na ocasião, os agentes apreenderam em sua casa R$ 1 milhão em espécie (moeda
estrangeira e reais), além de notebooks e smartphones.

Link originais da matéria:
https://www.oantagonista.com/brasil/fbi-e-pf-deflagram-operacao-contra-hacker-israelense-que-
morava-em-brasilia/

https://www.oantagonista.com/brasil/fbi-e-pf-deflagram-operacao-contra-hacker-israelense-que-
morava-em-brasilia/

Na ocasião, os agentes apreenderam em sua casa R$ 1 milhão em espécie (moeda estrangeira e reais), além de notebooks e smartphones.Reprodução

Segundo a PF, que teve o apoio do FBI nas investigações, o israelense “administrava sítio na internet que servia como indexador dos principais mercados ilegais da Dark Web e era utilizado para educar os usuários sobre como comprar produtos e drogas online de forma segura”.Reprodução

A casa onde o israelense Tal Prihar, 37 anos, morava com a mulher e os quatro filhos, na QL 22 do Lago Sul, foi cenário de um episódio marcante na política brasileira. Em agosto de 2015, policiais foram ao mesmo local deter o antigo morador: o ex- ministro José Dirceu. Reprodução

Segundo a PF, que teve o apoio do FBI nas investigações, o israelense “administrava sítio na internet que servia como indexador dos principais mercados ilegais da Dark Web e era utilizado para educar os usuários sobre como comprar produtos e drogas online de forma segura”.Reprodução

AQUI a íntegra do requerimento, que precisa da assinatura de 171 deputados para ser protocolado. Doc

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