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CINEMAS SOB PRESSÃO?

DIREITA REAGE E COBRA EXPLICAÇÕES SOBRE O FILME “DARK HORSE”

Filme sobre Jair Bolsonaro enfrenta resistência em redes de cinema e apoiadores denunciam tentativa de silenciamento ideológico no Brasil

O debate sobre liberdade de exibição e pluralidade cultural voltou ao centro das atenções após relatos de dificuldades para o lançamento do filme “Dark Horse”, produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo informações divulgadas por produtores e aliados políticos ligados ao projeto, distribuidoras e exibidores teriam recuado de negociações para colocar o longa em grandes circuitos comerciais, alegando temor de desgaste político, protestos e possíveis impactos comerciais.

A reação de parte da direita brasileira veio forte.

Nas redes sociais, apoiadores classificam o episódio como uma tentativa de “boicote ideológico” contra uma produção nacional que, segundo eles, possui potencial para mobilizar milhões de espectadores no Brasil e no exterior.

“QUEREM DECIDIR O QUE O POVO PODE OU NÃO ASSISTIR?”

A principal crítica feita por grupos conservadores é que o mercado audiovisual brasileiro estaria adotando critérios políticos para definir quais filmes recebem espaço nas salas de cinema.

Para esses setores, a situação levanta um questionamento direto:

  • Se filmes alinhados à esquerda encontram espaço garantido em festivais, editais e grandes circuitos, por que uma produção ligada à direita enfrentaria resistência antes mesmo de chegar ao público?
  • Para apoiadores do filme, existe um temor no mercado exibidor diante da possibilidade de “Dark Horse” se transformar em um fenômeno de bilheteria popular.

A avaliação desses grupos é de que muitos filmes politicamente alinhados à esquerda continuam recebendo espaço mesmo com baixa procura do público, enquanto uma produção associada à direita enfrentaria barreiras antes mesmo de provar sua força nas salas.

Críticos dessa suposta resistência afirmam que o verdadeiro receio de parte do setor não seria o fracasso comercial, mas justamente o contrário:

  • o impacto de um filme capaz de mobilizar multidões, lotar sessões e demonstrar a força de um público conservador frequentemente ignorado pelo circuito cultural tradicional.

A discussão rapidamente ganhou tom de denúncia pública.

  • Internautas começaram a cobrar transparência das redes exibidoras e pedem que o público pressione os cinemas para garantir acesso ao filme.

Nas redes conservadoras, a frase que mais circula é provocativa:

O público deve decidir nas bilheterias — não nos bastidores ideológicos.

DIREITA APOSTA EM FENÔMENO DE BILHETERIA

Aliados do projeto afirmam que “Dark Horse” poderá se tornar um fenômeno de público entre conservadores e simpatizantes de Bolsonaro.

A expectativa divulgada por apoiadores é de salas lotadas, sessões extras e forte mobilização popular.

Em grupos políticos, militantes incentivam caravanas e campanhas para assistir ao filme diversas vezes como forma de demonstrar força cultural e econômica.

Uma frase compartilhada em movimentos da direita resume o clima de mobilização:

Esse não é um filme para assistir apenas uma vez e nem duas….

É um movimento cultural.

O QUE DIZ A LEI?

Especialistas lembram que cinemas possuem liberdade comercial para definir sua programação.

Portanto, a simples recusa em exibir um filme não caracteriza automaticamente censura ilegal.

Por outro lado, caso existam suspeitas de práticas abusivas, perseguição ideológica organizada ou descumprimento das regras de exibição do audiovisual nacional, cidadãos podem formalizar manifestações e denúncias aos órgãos competentes.

Entre os canais disponíveis estão:

  • ANCINE – Agência Nacional do Cinema
  • Fala.BR – Plataforma Oficial de Denúncias
  • Ministério Público Federal
  • Consumidor.gov.br

A legislação brasileira prevê mecanismos de participação social e fiscalização do setor audiovisual, especialmente em relação à chamada “cota de tela”, política pública que incentiva a presença de filmes nacionais nas salas de cinema.

UM NOVO CAPÍTULO DA GUERRA CULTURAL

O caso “Dark Horse” já ultrapassou o universo cinematográfico e se transformou em mais um capítulo da polarização política brasileira.

  • De um lado, críticos afirmam que exibidores apenas avaliam riscos comerciais e evitam possíveis prejuízos ou tumultos.
  • Do outro, apoiadores de Bolsonaro enxergam um sistema cultural fechado para produções conservadoras e defendem reação popular contra qualquer tentativa de barrar obras por posicionamento ideológico.

Enquanto a disputa cresce, uma pergunta ecoa entre milhões de brasileiros:

O cinema ainda é um espaço plural… ou já escolheu qual lado pode ocupar as telas?

“Pergunte hoje mesmo ao gerente do seu cinema favorito:

  • ‘O filme Dark Horse estará em cartaz aqui ou teremos de procurar outro cinema que respeite a escolha do público?’
  • O consumidor tem voz.
  • O público tem força.

E milhares de brasileiros aguardam essa produção como um dos lançamentos mais esperados dos últimos anos.

Quando o público se manifesta, o mercado escuta.

E neste momento, a pressão popular é vista por apoiadores como essencial para mostrar aos exibidores que existe uma grande demanda pelo filme em todo o país.”

 

Por Gildo Ribeiro
Editoria de Cinema
Redação 7Minutos — Brasília

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Deputado afirma que Flávio Bolsonaro não participa da produtora e diz que longa recebeu apenas capital privado.

 

 

Por Gildo Ribeiro
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Apatriótico na tela grande
O povo não se cala!   ENTÃO  VAI PASSAR  OU NÃO?
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  • Gildo Ribeiro

    Gildo Ribeiro é editor do Grupo 7 de Comunicação, liderado pelo Portal 7 Minutos, uma plataforma de notícias online.

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