Empossado,

Novo ministro da Justiça decide trocar comando da PF

Anderson Torres assumiu cargo nesta terça (6) e teve o aval do presidente Bolsonaro para fazer a substituição na Polícia Federal

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Anderson Torres. O novo ministro é delegado de carreira PF e ocupava o cargo de secretário de Segurança Pública do Distrito Federal. Ele já havia sido cotado para chefiar tanto o Ministério da Justiça quanto a PF. Próximo da família Bolsonaro, assume agora um posto sensível para o governo, já que há investigações em curso que miram a família do presidente.

O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, que tomou posse nesta terça-feira (6) na reforma ministerial do presidente Jair Bolsonaro, decidiu trocar o comando da PF (Polícia Federal), confirmou fonte da Record TV em Brasília. O atual número 1 da instituição é Rolando Alexandre de Souza, no posto desde maio de 2020, quando o então ministro Sérgio Moro pediu demissão.

Segundo essa fonte, o presidente Jair Bolsonaro deu autonomia para o novo titular da pasta fazer indicação de nomes.

“A troca é um processo natural na chegada do novo ministro. Uma nova administração. [Trata-se de] trazer pessoas alinhadas com a a linha de raciocínio dele [Anderson Torres]”, afirmou o interlocutor.

Anderson Torres é o terceiro titular da pasta na gestão atual.

O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, que tomou posse nesta terça-feira (6) na reforma ministerial do presidente Jair Bolsonaro, decidiu trocar o comando da PF (Polícia Federal), confirmou fonte da Record TV em Brasília. O atual número 1 da instituição é Rolando Alexandre de Souza, no posto desde maio de 2020, quando o então ministro Sérgio Moro pediu demissão.

Segundo essa fonte, o presidente Jair Bolsonaro deu autonomia para o novo titular da pasta fazer indicação de nomes. “A troca é um processo natural na chegada do novo ministro. Uma nova administração. [Trata-se de] trazer pessoas alinhadas com a a linha de raciocínio dele [Anderson Torres]”, afirmou o interlocutor. Anderson Torres é o terceiro titular da pasta na gestão atual.

O nome do novo chefe da Polícia Federal está definido desde sexta-feira (2), portanto antes da posse de Anderson Torres. Ele atende a um perfil técnico, por tempo de carreira e sua indicação não teve influência da família Bolsonaro. Rolando Alexandre de Souza, atual número 1, foi avisado na noite de segunda-feira (05) que seria substituído no comando da corporação. Haverá ainda uma troca no comando da PRF (Polícia Rodoviária Federal).

O novo ministro

O novo ministro é delegado de carreira PF e ocupava o cargo de secretário de Segurança Pública do Distrito Federal. Ele já havia sido cotado para chefiar tanto o Ministério da Justiça quanto a PF. Próximo da família Bolsonaro, assume agora um posto sensível para o governo, já que há investigações em curso que miram a família do presidente.

Além dele, o presidente empossou na manhã desta terça, em cerimônia fechada, os novos ministros Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil), Walter Braga Netto (Defesa), Carlos Alberto França (Relações Exteriores) e Marcelo Queiroga (Saúde).

Também tomaram posse os novos titulares da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, que será responsável pela articulação política do Palácio do Planalto com o Poder Legislativo, e da Advocacia-Geral da União, André Mendonça, que volta ao cargo após passar menos de um ano à frente da Justiça.

Currículo
Com experiência em ciência policial, investigação criminal e inteligência estratégica, coordenou as principais investigações voltadas ao combate ao crime organizado na Superintendência da Polícia Federal, em Roraima, entre 2003 e 2005.

Entre 2007 e 2008, coordenou toda a atividade de inteligência da Polícia Federal na repressão a organizações criminosas de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Teve sob sua responsabilidade a administração da parte técnica e logística da Diretoria de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal e suas congêneres regionais entre 2008 e 2011.

Nos últimos anos, dedicou-se a coordenar atividade parlamentar na Câmara dos Deputados voltada para as Comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, além da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. Anderson Torres assessorou, ainda, o trabalho de duas Comissões Parlamentares Mistas de Inquérito, no Congresso Nacional

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